Politicagem, “ditos cujos” e desencontros na Província…

 

“Macaco continua sendo macaco, mesmo que use insígnias de ouro.” (Luciano)

Sérgio Barbosa

De uma coisa se pode ter ou não certeza, como sempre, depende sempre do olhar deste ou do outro lado, ainda mais quando se trata de tentar entender os provincianos de sempre, ou seja, aquela turma que continua na mesmice de sempre…

Os ditos que na maioria das vezes estão mais para “cujos” do que outra coisa desta mesma coisa, teimam em querer ser o que nunca vão ser, ainda mais em terras provincianas…

Porém, “A César o que é de César” afirmou o profeta do outro tempo, portanto, não se pode querer entender o que não conseguem ver de si mesmos, todavia, não se pode deixar de lado que essa turma continua “patinando no mesmo lugar”…

As esquinas, ruas, avenidas e outros cantos provincianos estão abarrotados destas pessoas que parecem não entender, ou melhor, estão sempre nos mesmos lugares de sempre e com as mesmas conversas…

Pode-se tentar entender tais provincianos, porém, fica mais do que complicado compreender os “ditos cujos”, entretanto, cada qual com suas neuroses que pode ser individual ou coletiva…

Diz o dito popular tupiniquim que “uma andorinha só não faz verão”, assim, tais provincianos se sentem mais a vontade quando estão em grupos de dois ou mais pessoas, se bem que existe um ou outro que sozinho consegue fazer um estrago considerável com suas “pseudas” colocações sobre tudo e todos…

Também, não se pode esquecer que do outro lado provinciano, ou seja, nos lados das denominadas “paredes alvas”, pra variar, em tempo de campanha eleitoral, predomina a opressão por meio da repressão para um dos lados, aquele que representa a turma do “milhão” (sic)…

Nestes ocasos do poder que continua se colocando acima do “bem e do mal”, pode-se afirmar que os mesmos estão fincando o pé naquele personagem dos “desenhos animados” que afirma: “Eu tenho a forçaaaaaaaaaaa….”

Neste cenário mais do que provinciano, pode se sair com outra máxima do pensador da filosofia que afirmou: “só sei que nada sei”…

O contexto poder ser plural para um dos lados deste confronto que estão além da Província, talvez, para daqui dois anos em outra eleição, isso é, se levarem desta vez, tendo em vista que da outra vez, ficaram a “ver navios”…

Desta vez, espero que “Dom Sebastião” continue na boca de espera e que tal desencontro possa continuar para que os provincianos possam acertar na escolha nestas eleições para o executivo e legislativo municipal…

Querer o poder pode ser uma opção para todos os lados nesta Campanha Eleitoral, porém, a conquista pelo voto pode representar muitos desafios, além do mais ou de menos, o poder econômico pode fazer a diferença para um dos lados, mesmo assim, quem colocar aperta o botão na urna eletrônica é o/a eleitor/a…

Ah! estava esquecendo daquela turma de provincianos que estão sempre rodando de um lado para o outro aqui e ali, pra variar, quase sempre sem rumo, mesmo assim, ainda se sentem importantes para alguma coisa sem essa coisa…

Quem viver, vai ver…