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Residência Multiprofissional apresenta resultados de 2018 e acolhe turma de 2019

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Após um ano inteiro de atividades, o programa de pós-graduação em Residência Multiprofissional do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) apresentou resultados positivos das ações junto à comunidade local dos seis primeiros residentes ao longo de 2018 e acolheu a nova turma, que atuará em 2019.

A pós-graduação em Residência Multiprofissional da UniFAI atua nas modalidades de Nutrição, Enfermagem e Fisioterapia, com a cessão de seis bolsas (sendo duas para cada modalidade profissional) provenientes do Ministério da Saúde no valor de R$ 3.330,43 mensais cada, num período de 24 meses. A seleção dos residentes se dá via processo seletivo.

“É uma especialização na modalidade Lato Sensu em que o residente trabalha numa assistência a indivíduo e coletividade, desempenhando atividades dentro desses serviços de saúde com uma carga horária de 60 horas semanais, sendo parte delas para estudo e outra parte para atendimento ao público”, explicou a Prof.ª Me. Dezolina Franciele Cardin Cordioli, coordenadora da Comissão de Residência Multiprofissional.

O ato de apresentação dos resultados do primeiro ano foi realizado na última segunda-feira, 11, no plenário da Câmara Municipal de Adamantina e contou com a presença do reitor da UniFAI Prof. Dr. Paulo Sergio da Silva, dos pró-reitores de Pesquisa e Pós-Graduação Prof. Dr. José Aparecido dos Santos e de Extensão Prof. Dr. Vagner Amado Belo de Oliveira, do coordenador do programa de Residência em Saúde Coletiva e Atenção Básica Prof. Me. Danilo Carvalho Oliveira, além do prefeito Márcio Cardim (DEM) e do secretário municipal de Saúde Gustavo Taniguchi Rufino.

“Os residentes estiveram inseridos na rede de atenção à saúde do município de Adamantina, dentro do escopo de serviços que a Secretaria de Saúde oferece. Para este ano de 2019, os novos residentes estarão inseridos nesse mesmo contexto e os que agora serão R2 [a turma do ano passado] passarão a desenvolver atividades relacionadas à gestão nos serviços de saúde e num âmbito hospitalar, além da assistência na atenção primária à saúde”, explicou Franciele Cordioli, que coordena a Comissão de Residência Multiprofissional.

“A gente faz o atendimento à demanda populacional que chega e, além disso, a gente participa de toda parte de gestão, dos cursos que são oferecidos às unidades, aos centros de saúde, das capacitações a todos os profissionais de saúde e temos também as aulas com o coordenador do curso e as preceptoras”, contou a fisioterapeuta Tamara dos Santos Gouveia, formada pela UniFAI em 2015 e que cursa a Residência Multiprofissional desde 2018.

Além dos atendimentos individuais aos pacientes, os residentes da primeira turma criaram grupos de atendimento de acordo com a demanda de cada Estratégia de Saúde da Família (ESF) em que os profissionais estão inseridos. “No Mario Covas, vimos a necessidade de realizar um grupo de postura por conta dos pacientes com problemas de coluna, um grupo de ginástica laboral para os profissionais que trabalham na ESF do Mario Covas, um grupo de doenças crônicas porque percebemos que havia muitos pacientes diabéticos, hipertensos e obesos, um grupo de saúde da mulher, um grupo de saúde dos homens e um grupo de saúde mental porque percebemos que muitos pacientes tinham ansiedade, depressão e alguns até com pensamentos suicidas”, revelou Tamara.

Essa pós está inserida no Programa de Residência em Área Profissional da Saúde da Secretaria de Educação Superior, da Diretoria de Desenvolvimento de Educação em Saúde e da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde, ligadas ao Ministério da Saúde.

Na Residência Multiprofissional, profissionais da saúde não médicos fazem o curso de pós-graduação, que é a residência. Sendo assim, esta não é uma Residência Médica, mas de outros profissionais da área da Saúde.

“Na minha vida profissional a Residência vai impactar muito principalmente na área prática. Já tive muito a parte teórica e de pesquisa [na especialização e no mestrado] e agora estou tendo bastante a parte prática mesmo da Fisioterapia e da Saúde Coletiva, que é algo que vemos de maneira muito superficial na faculdade e estou conhecendo muito melhor o Sistema Único de Saúde”, finalizou Tamara Gouveia.

 

Por Daniel Torres de Albuquerque

 

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