O início do funcionamento da futura Usina de RCC (Resíduos de Construção Civil) de Adamantina é bem mais complicado do que se revelava. A situação foi relatada pelo prefeito José Tiveron (NOVO) em conversa com a reportagem na manhã da última quarta-feira (16), no gabinete da Prefeitura.
Vale lembrar que o maquinário foi adquirido na Gestão Márcio Cardim pelo valor aproximado de R$ 2 milhões – fora os custos para a instalação. Após ficar parado por meses, somente em junho do ano passado que foi iniciada a construção da base que receberia os equipamentos. Apenas o primeiro passo dos diversos necessários para ser finalmente colocado em atividade.

O chefe do executivo explicou que a obra herdada estava inacabada e uma série de pendências técnicas e operacionais a serem resolvidas. “E mesmo depois que finali-zarmos toda a estrutura física necessária, precisaremos entrar com pedido da licença de operação junto aos órgãos competentes para aí sim ela poder começar a atuar. Então, não é só instalar e colocar para rodar”.
A Usina de RCC – que receberá todo o material produzido com o processamento de resto de construção civil, como concreto, tijolos, blocos, telhas, pedras, entre outros – está sendo implantada em uma área localizada na vicinal José Bocardi, próxima a Aspuma (Associação dos Servidores Públicos Municipais de Adamantina).

“Está em andamento a construção do escritório administrativo. Mas precisa ainda ser feita a ligação de energia elétrica, porque houve erro no projeto inicial. Temos em mãos o projeto da rampa que dará acesso ao equipamento e aguardamos o projeto de cobertura do maquinário. Depois precisará construir as baias que servirão de depósito dos materiais inservíveis. Ou seja, ainda tem muito o que ser feito antes de pedir a autorização de funcionamento”, ponderou Tiveron.
Por Folha Regional Adamantina


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