Após oito anos consecutivos como prefeito de Adamantina, nos mandatos 2017/2020 e 2021/2024 e agora diretor do escritório regional da Secretaria de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, o nome de Márcio Cardim (PSD) certamente era cotado entre os possíveis pré-candidatos da região nas Eleições 2026. Por isso o Jornal Folha Regional o procurou para saber se essa previsão pode se concretizar.
Na conversa com a reportagem na última quarta-feira (22), ele confirmou ter mesmo recebido o convite para disputar uma futura candidatura à Assembleia Legislativa no pleito deste ano. “Mais precisamente pelo Presidente Nacional do Partido Social Democrático, Gilberto Kassab. Pensei muito sobre essa possibilidade e agradeci imensamente a oportunidade dada a mim, mas temos que pensar na nossa cidade, na nossa região e não no individualismo. Uma candidatura agora seria muito arriscada no sen-tido de fragmentação de votos e colocaria a região num cenário de vulnerabilidade”, declarou.

Além dos cargos políticos municipal e regional, antes, Marcio já havia sido diretor geral da FAI (Faculdades Adamantinenses Integradas) entre 2011 e 2016, mesma época em que exerceu mandato como conselheiro titular da Câmara de Educação Superior do CEE (Conselho Estadual de Educação) por indicação do então governador Geraldo Alckmin.
Outra justificativa para não encampar uma disputa à Assembleia nessas eleições, segundo ele, é a necessidade de fortalecer candidaturas já postas que colaborarem com o desenvolvimento do Oeste Paulista. “Por isso tomei a decisão de apoiar e votar no pré-candidato a deputado estadual Mauro Bragato e no pré-candidato a deputado federal Vinícius Marchese”.

Márcio fez questão ainda de enfatizar que o apoio da população é crucial “para ter-mos representantes defendendo os interesses da região, porque senão corremos o risco de ficarmos sem esse importante espaço político”, que traz grandes benefícios às nossas cidades.
“Não podemos cometer erros do passado. A população tem que ficar atenta aos candidatos de outras regiões que aparecem em ano eleitoral e depois desaparecem. Só vem pescar o voto”, finalizou.
Por Folha Regional Adamantina


