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Home»Cidades»Bombeiros salvam recém-nascidos vítimas de engasgamento em intervalo de 35 dias, em Adamantina
Cidades

Bombeiros salvam recém-nascidos vítimas de engasgamento em intervalo de 35 dias, em Adamantina

AdamantinaNETPor AdamantinaNET25 de março de 20230
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Em um período de 35 dias, o Corpo de Bombeiros salvou dois bebês recém-nascidos, ambos com menos de um mês de vida, que estavam sendo vítimas de engasgamento com leite materno, em Adamantina (SP).

O caso mais recente aconteceu nesta terça-feira (21), quando os pais, ao perceberem que Sofia, de 11 dias, estava se engasgando com o leite, se dirigiram à corporação em um momento de desespero.

Assim que chegaram no local, receberam ajuda do Comandante da Prontidão Verde, Gabriel Valente Silva, que estava realizando uma atividade física em frente ao quartel e percebeu a movimentação.

“Eu estava realizando uma atividade física, correndo em frente ao quartel, e percebi que passou um carro com velocidade acima do normal. Eu vi que, na sequência, ele imbicou na entrada do quartel e buzinou. Eu fiz a meia volta, corri em direção [ao carro] e já imaginei alguma situação de atendimento emergencial. Aí a mãe saiu com a neném no colo, eu já fui ao encontro e perguntei ‘tá engasgada?’, aí eu peguei a criança e iniciei a manobra de desengasgamento”, relembrou.


O bombeiro, que está na corporação há 23 anos, citou que “na hora do atendimento, a gente não tem a concepção que está ali, salvando uma vida”.

“Tem que se empenhar no atendimento e fazer aquilo que fomos treinados para fazer. A gente faz a ação meio que instintivamente. Depois, com o resultado positivo, na hora que você olha a bebezinha com o comportamento normal, o alívio do pai e da mãe, aí parece que cai um pouco da ficha que, ali, era uma situação extrema. O sentimento é indescritível, faz bem para a nossa alma, para o nosso espírito. Graças a Deus, essa é a nossa missão primária nessa profissão: salvar vidas”, pontuou o Comandante Gabriel Valente Silva.

O profissional, então, utilizou a Manobra de Heimlich para desengasgar a vítima, fazendo com que a bebê voltasse a respirar.

Após a manobra, a pequena Sofia foi encaminhada à Santa Casa de Misericórdia de Adamantina para passar por uma avaliação da equipe médica de plantão. A bebê passa bem, segundo o Corpo de Bombeiros, e já está em casa com os pais, fora de risco.

A mãe da recém-nascida, Débora Taís Carneiro de Melo, conversou com o g1 e enalteceu o trabalho do Corpo de Bombeiros naquele momento.

“Eu percebi que ela estava engasgada, o meu marido pegou o carro e, quando chegamos perto da base da polícia, na minha cabeça veio, na hora, a ideia de ir para o Corpo de Bombeiros. Quando chegamos lá, buzinando, eu estava apavorada, e o sargento me ajudou, fez os primeiros procedimentos, e eu vi que ela começou a chorar e estava bem. Eu fui acalmando aos poucos, mas foi um susto muito grande. Se não fosse eles [bombeiros], eu não sei nem se ela estaria aqui hoje”, lembrou Débora.

Momento em que o bombeiro consegue desengasgar a recém-nascida, de apenas 11 dias, em Adamantina (SP) — Foto: Corpo de Bombeiros

Primeira ocorrência

No dia último 14 de fevereiro, uma situação parecida já havia acontecido no mesmo quartel: os pais de um bebê, à época, com 22 dias vida, levaram o recém-nascido até o local enquanto ele se engasgava com leite materno.

Um dos responsáveis pelo salvamento, o cabo Vinícius Cruz relembrou como a situação aconteceu.

“Era no fim da tarde, a guarnição do caminhão já estava se preparando para ir para outra ocorrência, quando eu olhei para o portão principal e veio um carro da rua para o interior do quartel, em alta velocidade. Na hora que eu fui abordar, o pai já desceu falando ‘bombeiro, bombeiro, o meu filho está engasgado'”, disse.

Quartel do 2º Pelotão de Bombeiros, em Adamantina (SP) — Foto: Soldado Rafael Proença

“A mãe saiu do banco de trás, com o bebê já bem roxo, desfalecido, e entregou na minha mão. Ela chorava bastante falando que o bebê dela morreu e, de imediato, eu já peguei o bebê e comecei a executar a Manobra de Heimlich. Nas primeiras tapotagens, o bebê expeliu o que provavelmente era leite materno, e já começou a fazer menção de choro e ficou respirando e consciente. A mãe ficou aliviada e, assim que desengasgou, a gente levou o bebê para o pronto-socorro”, acrescentou Cruz.

Sobre salvar uma vida, o cabo disse que “não existe dinheiro no momento que pague este sentimento”.

“O sentimento de salvar uma vida é algo gratificante. Não existe dinheiro no mundo que pague este sentimento de você poder estar entregando uma pessoa com vida para família. Nós, bombeiros, estamos constantemente treinando. Todo ano passamos por atualizações e, durante o serviço de 24 horas, treinamos para os mais diversos tipos de ocorrência. Os sargentos Borges e Tinetti estavam comigo na hora das manobras. Os cabos Farina e Marcelo e o soldado Diego foram confortar a família enquanto eu executava a manobra”, concluiu.

Momento em que os bombeiros cercavam e realizavam as manobras para salvar recém-nascido de 22 dias, em Adamantina (SP) — Foto: Corpo de Bombeiros

“Nesse dia, eu estava mais perto, mas qualquer bombeiro que estivesse perto também saberia executar [a manobra] e executaria com maestria. Naquele dia, eu fui o sorteado, Deus me escolheu para estar ali, ajudando aquela família. Para a mãe, deve ter sido um alívio que não tem preço. Depois eu vi nas imagens da câmera que ela se ajoelhou ali e, quando eu vi aquilo, cheguei a me arrepiar”, relatou.

Após o salvamento, a mãe do bebê se ajoelhou no quartel, no dia 14 de fevereiro, em Adamantina (SP) — Foto: Corpo de Bombeiros

Orientação

A orientação do Corpo de Bombeiros, em casos de engasgamento, é acionar a corporação pelo telefone 193, ou a Polícia Militar, pelo 190.

Enquanto uma viatura segue para o local, o atendente irá orientar sobre as manobras que devem ser realizadas.

Saiba o que fazer quando um bebê engasgar  — Foto: Corpo de bombeiros de SP/Divulgação


 

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Por: g1 Presidente Prudente - Fotos: Reprodução
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