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Home»Diversos»Justiça aceita denúncia e torna réu padre que atropelou suspeito de furtar casa paroquial no interior de SP
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Justiça aceita denúncia e torna réu padre que atropelou suspeito de furtar casa paroquial no interior de SP

AdamantinaNETPor AdamantinaNET23 de junho de 20220
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A Vara Criminal de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) contra o padre Gustavo Trindade dos Santos. O religioso é acusado de atropelar, no dia 7 de maio, um homem suspeito de furtar a antiga casa paroquial de uma igreja na cidade.

No documento, emitido na terça-feira (21), o juiz Pedro de Castro e Sousa abre um prazo de dez dias para que a defesa do réu se manifeste por escrito sobre a ação. Com a decisão da Justiça, o frei Gustavo se torna réu e vai responder por tentativa de homicídio qualificado.

Uma câmera de segurança flagrou o atropelamento na Avenida Tiradentes. Nas imagens, é possível ver o momento em que o carro atinge Ângelo Marcos dos Santos Nogueira, que é arremessado.

Denúncia do MP

No dia 17 de junho, o Ministério Público ofereceu denúncia contra o padre por tentativa de homicídio, qualificado pela “utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima”.

A qualificadora se configura, segundo o promotor Reginaldo Garcia, porque a vítima foi atingida sem que “pudesse supor ou esperar semelhante atitude”, ou seja, de surpresa.

A Promotoria também pediu que, em caso de condenação, o padre Gustavo seja obrigado a pagar um “valor mínimo para reparação dos danos materiais, morais e psicológicos”.

Isso porque o homem atropelado sofreu afundamento craniano, perdeu massa muscular e não consegue falar, andar e usa fraudas para as necessidades básicas. No momento, ele se encontra em casa, de acordo com a sua defesa.

Por conta da sua condição, a defesa pretende entrar com uma ação frente à igreja pedindo ajuda, inclusive com a retirada da queixa de furto. Ângelo chegou a ser preso em flagrante no dia do atropelamento, mas será investigado em liberdade. Um exame de corpo de delito foi solicitado pela Promotoria para periciar a gravidade dos ferimentos.

Interrogatório

A TV TEM teve acesso, com exclusividade, ao vídeo do interrogatório, no qual o religioso dá a sua versão sobre o caso (veja abaixo).

O padre Gustavo Trindade dos Santos só foi ouvido no dia 9 de junho porque não compareceu à sede do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), na capital paulista, quando foi intimado pela primeira vez. Quatro dias depois, ele ainda participou de uma missa.

Mesmo assim, o inquérito policial foi concluído, mas o MP solicitou a oitiva do padre para poder avaliar melhor o caso. Durante o interrogatório, o padre afirmou que havia terminado de celebrar um casamento, quando, na saída, escutou o alarme da casa paroquial e avistou um homem pulando o muro e fugindo do local.

O padre disse, na oitiva, que ele e a pessoa que o acompanhava no carro chegaram a pedir para o homem parar durante a perseguição. No entanto, as imagens que flagraram o atropelamento mostram os vidros do carro fechados durante todo o trajeto.

Ainda conforme o frei, ele encontrou um caminho para fechar o homem, mas, no momento em que ele entrou com o carro na calçada para pará-lo, o suspeito do furto na igreja se jogou sobre o capô do veículo.

Além disso, o padre afirmou, no interrogatório, que foi embora após o atropelamento porque temeu a possibilidade do homem estar armado. Ele também disse que, ao perceber a presença de pessoas na rua onde ocorreu o acidente, pediu a elas que chamassem a polícia.

Após o atropelamento, o padre contou que foi até o convento onde morava, guardou o carro, que pertence à Diocese de Ourinhos (SP), e viajou para Ribeirão Preto (SP), onde iria aproveitar o Dia das Mães e o próprio aniversário no dia posterior.

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Por g1 Bauru e Marília
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