
Está sendo organizada para o final da tarde de hoje (28 de março) uma carreata de protesto em Adamantina contra o PLC (Projeto de Lei Complementar nº 03/2022 que cria o ‘novo plano de carreira’ no Magistério Paulista. A proposta é assinada pelo Governo do Estado e passou pela Assembleia Legislativo de São Paulo no último dia 22 de março.
O ato contará com a participação de professores e funcionários da rede estadual de educação.
O ponto de concentração é o trevo principal, defronte da antiga agência da Proeste/Churrascaria do Gaúcho.
A saída da carreta que percorrerá as principais avenidas da Cidade Joia está prevista após as 17h.

ENTENDA
Além dos educadores, o CPP (Centro do Professorado Paulista), a Apampesp (Associação de Professores Aposentados do Magistério Público do Estado de São Paulo ) e a Apeoesp (Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo se colocaram contra o PLC.
Os professores afirmam que o PLC não foi debatido com a categoria, além disso, como trata-se de uma mudança muito profunda, não deveria ser realizada em fim de mandato do Governo do Estado. Ainda segundo a matéria do Diário, os professores destacam ainda que o pagamento por subsidio só se aplica a detentores de cargos públicos, ministros e secretários de estados e munícipios e que esta sistemática de subsídios prejudica professoras e professoras, bem como a ‘nova carreira’, segundo as entidades representantes da categoria, também prejudica os aposentados.

“Nem de longe este Projeto atende às reivindicações dos profissionais que trabalham em todas as frentes do serviço público no estado de São Paulo, sobretudo a população que mais precisa. Esses profissionais vêm sendo submetidos a arrocho salarial há anos e precisam receber um reajuste digno”, destacaram os manifestantes ao Diário.
Outro ponto citado pelos professores na oportunidade foi o Projeto de Lei Complementar 03/2022 de reformulação de carreira no Magistério, cujo modelo de remuneração seria por meio de subsídio. O que é questionado pelo sindicato dos professores, uma vez que acabaria com a remuneração na forma de salários e não incorporaria direitos como quinquênio, sexta-parte (reajuste concedido quando o servidor completa 21 anos de trabalho) e outros adicionais, além de excluir aposentados.



