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Home»Geral»Medicamento da AstraZeneca pode reduzir em 77% chances de sintomas da Covid-19
Geral

Medicamento da AstraZeneca pode reduzir em 77% chances de sintomas da Covid-19

AdamantinaNETPor AdamantinaNET23 de agosto de 20210
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Um novo medicamento da AstraZeneca pode reduzir as chances de alguém desenvolver sintomas da Covid-19 em até 77%. A terapia com o coquetel de anticorpos pode ser uma alternativa para quem não pode tomar vacina ou não consegue obter proteção com os imunizantes.

A farmacêutica anunciou que o composto usa dois tipos diferentes de anticorpos descobertos pelo Vanderbilt University Medical Center. “Com esses resultados tremendos, o AZD7442 pode ser uma ferramenta importante no nosso arsenal para ajudar as pessoas que possam precisar de mais do que uma vacina para recuperar uma vida normal”, explicou o chefe da pesquisa, Myron Levin, professor da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos.

Esse medicamento já havia sido testado antes, mas não apresentou resultados em pessoas que estavam contaminadas. No entanto, ao ser administrado antes da infecção, os números positivos apareceram. A empresa ainda explicou que 75% dos participantes do estudo tinham doenças crônicas, muitas delas que deixam o sistema imunológico com uma resposta menor às vacinas.

Esse é o primeiro coquetel do tipo a apresentar resultados positivos em pacientes que ainda não tiveram Covid-19. Drogas semelhantes foram desenvolvidas pela Regeneron e pela Eli Lilly. No entanto, esses medicamentos não são usados para prevenção da doença.

“Precisamos de outras abordagens para pessoas que não estão bem protegidas pelas vacinas contra a Covid-19”, completou ainda Mene Pangalos, vice-presidente executivo de produtos da AstraZeneca. A declaração deixa claro que o foco da farmacêutica são pacientes com o sistema imunológico fragilizado, como recém transplantados e imunocomprometidos.

Nos testes, apenas cerca de 13% dos voluntários estavam vacinados contra a Covid-19, de qualquer maneira, a AstraZeneca pretende usar o medicamento mesmo em pessoas que já receberam o imunizante. Lembrando que a empresa sofreu para suprir a demanda de sua própria vacina, tendo registrado falta em diversos países, inclusive o Brasil.

 

 

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Por iG
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