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Home»Geral»Agricultores temem perdas com previsão de geada e frio histórico
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Agricultores temem perdas com previsão de geada e frio histórico

AdamantinaNETPor AdamantinaNET26 de julho de 20210
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A massa polar histórica que chega ao Brasil nesta semana deixa em alerta produtores das regiões Sul e Sudeste, que já registraram prejuízo após uma geada repentina na semana passada.

Embora agricultores gaúchos e paranaenses cultivem culturas específicas para o frio, como trigo e cevada, o efeito de -10ºC, como previsto pela meteorologia, pode ser devastador.

A tendência é de geada no centro-sul do país e de temperaturas que podem cair até -20ºC em áreas de maior amplitude no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, de acordo com boletim da Metsul Meteorologia emitido no sábado (24). Na avaliação de técnicos, pode ser uma das massas de ar polar mais fortes a alcançar o Brasil no século.

O agricultor Laércio Dalla Vecchia, de Mangueirinha (PR), plantou 200 hectares neste inverno. Há uma semana, o termômetro da lavoura marcou -9,5ºC no solo. A temperatura congelou parte da produção de aveia. Com previsão de mais frio, ele teme perdas com os outros alimentos.

“O trigo, quando está pequeno, aguenta geada. Mas -10ºC é capaz de matar tudo. A cevada também não resiste a um frio extremo desse”, afirma.

Com o inverno rigoroso no Rio Grande do Sul, produtores de regiões mais frias postergam o plantio de trigo para que o cereal ainda esteja em fase vegetativa em julho, o que diminui o risco de danificação.

Para o produtor Maurício de Bortoli, de Cruz Alta (RS), a geada e o frio intenso do mês de julho não representam uma grande preocupação para os cultivos de inverno. O receio é se novas ondas de frio invadirem o estado em agosto e setembro, como previsto, quando a maioria dos cereais estará em floração ou enchimento dos grãos.

“A preocupação é grande na cidade, em termos de prejuízo econômico e alimentar, mas não há prejuízo relevante nesta época para as grandes culturas [na lavoura]. Após o mês de julho poderemos perder, além do trigo, a cultura do milho, por exemplo” afirma.

A estimativa para a safra de trigo do Brasil é recorde neste ano, totalizando 8,48 milhões de toneladas, 36% a mais do que no ciclo anterior, de acordo com a Conab (Companhia Nacional do Abastecimento). A geada impactou pequena parcela da área cultivada.

O cenário do café, entretanto, preocupa e gera incerteza sobre a próxima safra. A estimativa é que a geada tenha atingido 300 cidades produtoras do país. Em São Paulo e Minas Gerais, maior produtor nacional, a perda foi relevante e logo fez disparar os preços no mercado.

A projeção de prejuízo é de 15% da produção em regiões como Franca (SP), segundo a Faesp (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo).

“A geada está preocupando. A última não foi tão danosa em São Paulo quanto em Minas Gerais, mas vai impactar até a produção de gado de leite e corte, porque afetou 40% das pastagens de São Paulo”, afirma Tirso Meirelles, vice-presidente da entidade.

A alimentação do gado comprometida impacta nos custos ao produtor, considerados já elevados neste ano com a alta do milho. No caso do café, Meirelles diz que é preciso levar em conta na recuperação que um hectare produtivo custa de R$ 18 mil a R$ 20 mil.

Na região mineira de Patrocínio, produtores estimam desfalque de 50% na produção local. O cafeicultor Matheus Grossi afirma que 40% do seu parque cafeeiro foi afetado na semana passada. Ele calcula 40 mil sacas a menos na safra de 2022 graças à geada, a pior que presenciou desde 1994.

“Pegou todas as lavouras, velhas e novas. Algumas vamos ter que arrancar, com outras é só manejo de poda.” Apesar da técnica agrícola, produtores afirmam que pouco se pode fazer contra geadas fortes e inesperadas do tipo.

A Faemg (Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais) está realizando um levantamento com sindicatos e produtores para mensurar o impacto do fenômeno na atividade agrícola. Embora a previsão seja de geada mais forte no Sul, há possibilidade de um novo evento em Minas Gerais no fim do mês. Produtores também estão preocupados com a entrega de café já estabelecida com as cooperativas.

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Por: Redação Jornal de Brasília
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