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Home»Geral»Coronavírus: Brasil inicia teste com hidroxicloroquina; estudo leva dois meses
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Coronavírus: Brasil inicia teste com hidroxicloroquina; estudo leva dois meses

AdamantinaNETPor AdamantinaNET23 de março de 20200
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Um trabalhador de laboratório é visto no Departamento de Diagnóstico Laboratorial, que realiza testes de diagnóstico de coronavírus no Centro Wielkopolska de Pneumologia e Cirurgia Torácica em Poznan, Polônia em 3 de março de 2020. Foto tirada em 3 de março de 2020.
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Um grupo de hospitais liderados pelo Albert Einsten recebeu liberação ontem para iniciar um ensaio clínico que teste a eficácia do uso de hiroxicloroquina no tratamento para o novo coronavírus.

A medicação vem sendo apontada como tendo potencial para curar a covid-19. O Einstein trabalhará ao lado de outras instituições como o Hospital Sírio Libanês e o HCor, conforme informou o diretor-superintendente de pesquisa do Einstein, Dr. Luiz Vicente Rizzo.

A expectativa é de que os dados conclusivos sobre a eficácia do tratamento sejam apresentados em dois meses. O ensaio começou a ser projetado a três semanas e ontem ganhou a autorização da Comissão Nacional de Ética e Pesquisa. Rizzo explicou que o medicamento não será o único a ser testado e que outros medicamentos serão usados.

“A hidroxicloroquina não é a única alternativa que existe que tem mostrado dados promissores.” Ele ainda explicou: “Vamos testar em muitos pacientes, em diversos tipos de desenhos diferentes. Vamos testar no paciente grave na UTI, no paciente que está entrando e no intermediário. E cada um desses braços será coordenado por um hospital. A ideia, resolvemos fazer isso juntos, é dar uma resposta. Não é aparecer. É útil, que é o que a ciência tem que ser. Ciência é colaboração. Montamos um estudo que é em colaboração e que pretende responder o maior número de perguntas no menor espaço de tempo”, disse ele.

Rizzo afirmou que o estudo é inovador no Brasil e pouco usado no mundo. “É um estudo adaptativo. Os estudos de modo geral são estudos fechados, onde você entrou num braço e você vai ter que ficar naquele braço. Esse estudo nos dá a flexibilidade, pela sua força estatística, de mudar pacientes de grupos se tivermos respostas melhores. É óbvio que amanhã pode surgir uma droga nova em outro lugar, mas temos a flexibilidade de incluir novas drogas promissoras no estudo. Por isso disse que esse é um estudo inovador no Brasil, de modo geral o Brasil não aprova estudos nesse modelo. (FONTE: Uol Notícias)

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