A cobrança pela retomada da construção do vestiário no campo do Jardim Adamantina já não é novidade na Câmara Municipal. Mas desta vez a paralisação da obra acendeu outro alerta nos vereadores. Na Indicação nº 390/19, apresentada na última sessão ordinária, foi solicitada vistoria porque o local se tornou criadouro do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.
“O telhado é no estilo caixote e ainda não foram colocadas as devidas telhas, o que tem acumulado água por não ter nenhuma vazão”, alerta o documento legislativo.
No mês de abril deste ano a vereadora Dinha Santos Gil e o presidente Edinho Ruete, ambos do DEM (Democratas), já havia apresentado na Câmara o Requerimento nº 109/19 que cobrava informações relacionadas ao novo processo licitatório que viabilizaria a retomada da construção.
Em matéria veiculada pelo Folha Regional no começo de fevereiro deste ano foi abordada exatamente a situação dessas obras, após o assunto ter sido mais uma vez trazido à reportagem pela Presidência da Associação de Moradores do Jardim Adamantina. Na resposta dada a Prefeitura salientou que a empresa contratada abandonou a obra, por isso, solicitou uma reprogramação das construções para a Caixa Econômica Federal com objetivo de poder realizar um novo processo licitatório e finalizar os serviços. “Toda documentação necessária foi encaminhada, agora aguardamos a análise e a autorização por parte da Caixa”, informou a Administração Municipal no dia 28 de fevereiro.
A placa colocada no canteiro de obras, na época que foram iniciados os serviços, fixava que o término das construções seria no dia 6 de abril de 2016. Portanto, exatamente hoje – 6 de abril de 2019 – completou três anos.
Jornal Folha Regional Adamantina


