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Home»Geral»ARTIGO: PROVÍNCIA, BOIADA, MESMICE DE SEMPRE E OUTROS DESENCONTROS COM AS MENTES MEDÍOCRES…
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ARTIGO: PROVÍNCIA, BOIADA, MESMICE DE SEMPRE E OUTROS DESENCONTROS COM AS MENTES MEDÍOCRES…

AdamantinaNETPor AdamantinaNET16 de agosto de 20230
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“É a inteligência e não a idade que serve para se achar a sabedoria”. (Publilius Siro)

 

O palco de um teatro qualquer pode representar muitos atos nas apresentações de uma peça simples e complicada ao mesmo tempo, claro, depende sempre do olhar de cada pessoa frente ao enredo apresentado para um público calado pela pressão da emoção em tempo de pós-globalização midiática…

Neste contexto teatral tudo pode acontecer de um momento para outro, assim, quando menos se espera o cenário muda de lugar e a cena vista já não é mais a mesma do segundo anterior, portanto, é preciso ficar atento ao jogo de cena da apresentação artística…

O artista é senhor de si quando demonstra em cena o seu potencial para uma platéia fascinada pela arte da representação teatral em meio ao gestual inusitado da apresentação teatral…

A arte proporciona o momento daquele prazer, ao mesmo tempo, traz a beleza do gestual e das palavras colocadas de forma precisa, em outras oportunidades, por meio das famosas metáforas que a língua tupiniquim proporciona aos artistas desta cultura milenar…

Porém, os anos passam e as pessoas continuam repetindo a mesma coisa de sempre, isso é, “sentadas num mesmo lugar” como diz o dito mais do que popular, ainda, como afirmou um provinciano, “vendo a boiada passar pelas ruas de outrora…”, em ambos os casos, é a mesmice de sempre em terras desta Província do faz de conta…

Talvez, cada qual, do seu jeito bronco, esperando as nuvens de um céu de brigadeiro se dispersarem para uma “chuva” a mais nas centenas de buracos espalhados pelas ruas de uma província qualquer…

Tudo, na realidade, se resume num mero jogo de cartas, ainda mais em tempo de pré-eleições, desta vez, com múltiplas escolhas para o eleitor menos desavisado quanto aos candidatos para os Executivos e Legislativos municipais em nível REGIOCAL, ou seja, do Regional para o Local…

Mercado político…

Também, se possível, sem “álcool em mim”, mas, pode ser correr outros riscos, por exemplo, comprar, ou melhor, votar em lebres e ter que engolir sapos e mais sapos, não tão barbudos como da outra vez, todavia, bem aparados para um desencontro a mais com “mensalões e mensalinhos” patrocinados pelo mercado político local na perspectiva regional…

Entre uma boiada e outra, as portas de um jardim zoológico, como num passe de mágica, “abrem-se às alas” para muitos picadeiros neste período de festas e tudo mais em meio ao tudo de menos, portanto, pode ser efeito da hibernação política, claro, quem sabe, neste caso, um retorno nada infeliz para a toca do outro, ainda, depois da ressaca das últimas eleições para o Executivo Federal…

Portanto, a Província do faz de conta caminha a passos lentos para um desencontro com um ou mais lados de uma mesma política em meio aos politiqueiros de sempre com suas eternas Mentes medíocres…

Nada contra este lado, muito pelo contrário, entretanto, as palavras se perdem no vazio quando ditas ao vento de uma esquina qualquer, como sempre, a província tem os/as loucos/as preferidos/as para tais indagações dos ouvintes e ponto quase final…

Outra coisa desta mesma coisa (sic), existem aqueles/as que falam mais do que matraca perdida nas mãos do homem do sinal da frente, todavia, ressalta-se aqui, aquela fábula, a saber: de quem vai colocar o tal do guizo no pescoço do/a gato/a…

Mas, se de rato não se pode ir, pensa-se nas “ratazanas provincianas” em meio ao caos das doenças patrocinadas pelo homem com o homem neste novo tempo, afinal de contas, quem está preocupado com tais doenças provincianas?

Todos podem de um jeito ou de outro, tentar chegar ao topo de uma carreira sem mais e sem menos, quem sabe, procurando o lugar do outro para dar o golpe de mestre, se possível, pelas costas como manda o figurino do passado…

Neste cenário em nível REGIOCAL, tudo pode acontecer num piscar de olhos, porém, nada é para sempre neste contexto dialógico para uma reflexão crítica do EU sobre o NÓS em confronto com o espírito provinciano de equipe…

QUEM SOBREVIVER VAI SABER…

_____________________________________

(*) Jornalista profissional diplomado.

e-mail: [email protected]

 

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Por Sérgio Barbosa (*)
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