Espetáculo gratuito de música instrumental caipira celebra as raízes do interior paulista, valoriza artistas da região e conecta novas gerações à riqueza da cultura rural
No dia 22 de junho, Adamantina será palco de uma vivência cultural inesquecível com a chegada do projeto “Som do Sertão – 2ª Edição”, que traz ao público apresentações e oficinas de música instrumental com foco na tradicional música caipira. O evento acontece às 18h, na Estação Recreio (Av. Antônio Tiveron, 333 – Vila Jardim), com entrada gratuita. A iniciativa é realizada com o patrocínio da Zilor, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o apoio da Prefeitura de Adamantina.
Com o objetivo de valorizar e difundir a cultura popular brasileira, o projeto apresenta um espetáculo em formato de Big Band, reunindo entre 12 e 25 músicos. O repertório apresenta releituras emocionantes da música sertaneja de raiz, traduzidas em arranjos instrumentais ricos em potência e sensibilidade — uma verdadeira viagem sonora às origens do interior paulista.

A estrutura do evento também foi pensada para garantir inclusão e acolhimento de todos os públicos. O show contará com intérprete de Libras, projeções visuais em telão e uma decoração temática que transforma o espaço em uma imersiva experiência sensorial e cultural.
A música caipira — também conhecida como música sertaneja de raiz — é uma das expressões mais autênticas da cultura do interior do Brasil. Ela surgiu no início do século XX, especialmente no estado de São Paulo e em regiões do Centro-Oeste e Sudeste, como uma forma de retratar o cotidiano do homem do campo, suas tradições, crenças, amores e desafios.

“Acreditamos na música como uma poderosa ferramenta de preservação da memória cultural e de conexão entre gerações. O Som do Sertão nasceu para celebrar essa herança de forma contemporânea, acessível e emocionante”, afirma Luiz Américo Bigeschi, idealizador e proponente do projeto, natural do município de Quatá (SP)
A coordenadora de Comunicação Corporativa e Responsabilidade Social da Zilor, Ana Rita Camargo Cocito, destaca que o Projeto Som do Sertão traz para nossas comunidades o resgate da cultura e das raízes do interior.

“Valorizar a música caipira é preservar a alma do nosso interior. O ‘Som do Sertão’ é mais do que um espetáculo — é um reencontro com as nossas raízes, com os sons da roça, da viola e das histórias que moldaram a identidade cultural de quem trabalha e vive no campo. Trazer nossos artistas de Quatá para o centro desse palco é uma forma de reconhecer e celebrar o talento local, conectando as novas gerações com a riqueza da música tradicional e com o orgulho de pertencer ao nosso chão”, destaca.
A Zilor acredita que investir em cultura é também investir no desenvolvimento humano e social das comunidades onde atua. Projetos como Som do Sertão fortalecem os laços com as tradições locais, promovem a inclusão e valorizam os talentos da nossa terra, além de gerar emprego e renda nas comunidades. É uma forma concreta de contribuir para a formação cultural das novas gerações e para o fortalecimento da identidade regional. (Por: Assessoria – Foto: Siga Mais)





