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Geral

ARTIGO: PROVÍNCIA E DONOS DO PODER…

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“Quando temos o poder, queremos a ordem; muitos para o conseguirem promovem a desordem.” (Marques de Marica)

 

SEB@R.

 

 

Nas muitas províncias do interior do “País do faz de conta”, existem os denominados “donos do poder local”, pessoas com destaque na comunidade que usam e abusam da força em vários níveis para dominar a comunidade com mão de ferro…

Os interesses, como sempre, atendem ao jogo do poder pelo poder, assim, os anos passam e pouco muda o cenário tupiniquim nestes casos em tempo de pós-globalização midiática…

Também, um país que foi conquistado pela força da cruz com apoio da espada portuguesa não poderia ficar distante deste presente, entretanto, pode-se pensar em outras alternativas neste mesmo contexto provinciano…

A sociedade em foco deverá levar em conta as necessidades imediatas causadas pelos desmandos do poder local, buscando desta forma, estar em sintonia com as propostas do social frente ao jogo dos poderes temporal e secular…

A província tem o seu lugar social definido pelos padrões dos senhores daquele lugar, assim, o melhor é levar adiante um enfoque reflexivo para um confronto com o poder institucionalizado pela força e pelo medo…

O olhar do outro lado, isso é, dos provincianos com os donos das muitas mentiras sem uma verdade, pode servir como base de apoio para um entendimento acima do jogo mediado pelos interesses escusos do todo poderoso do lugar comum…

A mediação do momento conquista um meio que pode determinar o fim, porém, o início do tudo fica sem o nada para uma derrota frente à força do poder local, quando os falsos profetas ficam com as vitórias de uma única derrota…

É possível uma volta por cima para deixar novas pistas pelos caminhos de um lugar comum, contudo, não se pode esperar que as coisas aconteçam da melhor forma possível para um dos lados desta mesma moeda…

O tempo continua, de acordo com o profeta do outro tempo, “o senhor da razão”, cada qual, deve estar atento neste confronto, entre vencidos e vencedores dos conflitos terrenos…

O real se torna irracional neste caso específico, por isto, tudo pode acontecer para os dois lados num confronto sem fim, o que determina a escolha das armas e local para o desafio além mar dos desafetos do poder central…

QUEM SOBREVIVER VAI SABER…

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e-mail: [email protected]

 

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Cidades

Academia DG Sport enfrenta Lucélia pela Copa Regional de Base

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Os garotos da Academia de Futebol DG Sport de Adamantina, nas suas categorias Sub-11, Sub-13 e Sub-15, em rodada pela 4ª Copa Regional de Categorias de Base de Futebol de Campo neste sábado (20), no Estádio Municipal Antônio Goulart Marmo, em Adamantina , terão como seus adversários as equipes da DELL de Lucélia.

O primeiro jogo está marcado para iniciar às 8h30.

ACADEMIA DG SPORT ENFRENTOU BASTOS

Nos compromissos das equipes da Academia DG Sport, realizado no sábado (13), no Estádio Municipal Antônio Goulart Marmo, contra o Bastos F.C.,os adamantinense obtiveram uma vitória, um empate e uma derrota, confira os resultados.

SUB-11

DG Sport 3 x 2 Bastos

Gols: Joãozinho (2) Enzo Merlo (1)

SUB-13

DG Sport 1 x 6 Bastos

Gol: Kaique Clementino (1)

SUB-15

DG Sport 0 x 0 Bastos

COMISSÃO TÉCNICA

A comissão técnica da Academia de Futebol DG Sport /Adamantina, é formada por Luan Guerra, Dagoberto Pereira e Eduardo Martines (Técnicos).

 

Na foto, o jogador Henrique, da Academia DG Sport, Sub-15.

 

 

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Carro capota e deixa um morto e quatro feridos na Rodovia dos Bandeirantes em Limeira

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Um homem de 58 anos morreu em acidente, na noite desta quinta-feira (18), no km 141 da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), em Limeira (SP). O carro, que era ocupado por cinco pessoas, acabou tendo um pneu estourado, o que causou o capotamento do veículo. A vítima foi identificada como Jorge Luis da Silva.

O acidente foi registrado em um trecho sul da rodovia, localizado no bairro Morro Azul. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, os ocupantes do carro informaram que trafegavam pelo trecho entre Limeira e Piracicaba (SP), quando o pneu traseiro estourou.

Com o pneu furado, o carro acabou perdendo o controle, fazendo movimentos de zig-zag e invadindo o canteiro central da via, onde o veículo capotou.

O carro era ocupado por cinco homens, que foram socorridos no local. A vítima Jorge Luis da Silva, acabou não resistindo e morreu no local. Os outros quatro passageiros foram encaminhados para hospitais em Limeira e em Santa Bárbara d’Oeste (SP).

O acidente foi registado no Plantão Policial de Limeira como homicídio culposo na direção de veículo automotor. A perícia foi acionada e compareceu ao local para avaliação.

Segundo a AutoBan, concessionária responsável pelo trecho, o acostamento da rodovia ficou interditado para atendimento das vítimas após o acidente. Não houve congestionamento ou lentidão no tráfego.

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ARTIGO: O hermeneuta, a pobre língua portuguesa e o batom

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Por: Nivaldo Londrina Martins do Nascimento (Mtb 35.079/SP.)

Algumas pessoas insistem em dizer que sou um dalit. Isso mesmo, um intocável sem status que nunca vai pertencer a nenhuma das castas existentes em Adamantina. Esse tipo de comentário desagradaria a maioria das pessoas que conheço, mas comigo acontece exatamente o contrário. Serve de incentivo para continuar escrevendo os inocentes textos que tanto incomodam alguns “brâmanes” locais. Não que eu seja intelectual ou filósofo. Longe disso, apenas porque costumo refletir sobre determinados assuntos.

Recentemente, um amigo disse que sou um hermeneuta. Fiquei muito honrado com o elogio, ainda mais porque veio de um profissional que costumo dizer que é o sucessor natural do jurista Barbosa Sobrinho. Nem imagino a quantidade de pesquisas que os brâmanes irão fazer no google quando souberem que agora sou um dalit hermeneuta. O sucesso de um dalit costuma causar desconforto nas castas superiores. Ontem eu era um humilde dalit, hoje sou um humilde dalit hermeneuta. Portanto, é na condição de um humilde dalit hermeneuta que vou tratar dos outros dois temas deste confuso texto.

Faz muito tempo que tento entender por que a última flor do Lácio é tão maltratada por algumas pessoas, sobretudo nas redes sociais. Não estou me referindo aos cidadãos que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos. Muito menos àqueles ex-alunos que tiveram o privilégio de se “formar” pelas regras da discutível progressão continuada, onde o necessário “corrigir” costuma ser trocado pelo apático “vistar”. Estou me referindo aos “diplomados” que escrevem e se comportam como analfabetos funcionais. Até quando a língua portuguesa vai ser castigada por esses incautos? Eternamente? Se alguém tiver as respostas, peço encarecidamente que me avise.

Como sei que essa minha curiosidade pode ter cutucado a onça com vara curta, vou deixar o desfecho deste palpitante assunto para um outro dia. Essa história ainda deve dar muito pano pra manga. Enquanto isso não acontece, submeto à análise da nossa sociedade ordeira e cumpridora das leis (sobretudo da lei de Gerson) o último tema deste pequeno texto. Trata-se do batom. Não daquele que é um dos cosméticos preferidos pelas mulheres no mundo, mas do jargão “passar batom” (sempre acompanhado de más intenções) presente na boca de muitas autoridades políticas nas épocas de eleição.

Na Nova Alta Paulista, nos períodos pré-eleitorais a maioria das prefeituras extrapolam os limites do bom-senso na compra de tintas. E o pior, de tintas de péssima qualidade. Quando damos um giro pelas cidades da região nos meses que antecedem as eleições municipais, não é difícil encontrarmos prédios públicos, escolas ou centros de saúde sendo pintados. Num primeiro olhar, podemos nos confundir com a “magia” criada pela nefasta maquiagem e até aplaudir a iniciativa do mandatário de plantão. A mesma coisa acontece em relação à sinalização horizontal de trânsito nas ruas e avenidas.

Faixas de pedestres (que poucos motoristas obedecem), faixas continuas ou não, e sinais de PARE, ao receber a maliciosa pintura, ficam parecidos com uma formosa mulher maquiada com batom vermelho. No entanto, essa semelhança desaparece quando a mulher resolve retirar a maquiagem. Ela continuará encantadora e bela. Na sinalização vertical de trânsito que logo se “apaga” nas vias públicas, o efeito é outro. Além do dinheiro jogado fora com as tintas de péssima qualidade, a vida de motoristas e pedestres são colocadas em risco pelo nefasto “passar batom”. Que venham as lamurias de sempre!                   

 

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