Close Menu
  • Capa
  • Geral
  • Cidade
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Fotos e Eventos
  • Empresas
  • Reviver
  • TV Folha Regional
Últimas

5º Campeonato Interno de Futebol Médio da Sabesp de Adamantina é sucesso com Argentina campeão

29 de abril de 2026

Alunos da ETEC Agrícola de Adamantina realizam visita técnica à Agrishow 2026

29 de abril de 2026

Adamantina é selecionada para o Revelando SP 2026 na categoria Culinária Tradicional com queijos e doces artesanais

29 de abril de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
ADAMANTINA NET
  • Capa
  • Geral
  • Cidade
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Fotos e Eventos
  • Empresas
  • Reviver
  • TV Folha Regional
ADAMANTINA NET
Home»Geral»Sem liderança federal, governadores negociam vacinas com laboratórios
Geral

Sem liderança federal, governadores negociam vacinas com laboratórios

AdamantinaNETPor AdamantinaNET27 de janeiro de 20210
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Vacina, vacinação,seringa, covid 19
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Diante das dificuldades do governo federal em abastecer o estoque de vacinas contra a Covid-19, 15 estados tentam firmar contratos com laboratórios por fora do Plano Nacional de Imunização (PNI), segundo fontes ligadas a gestores da área. A busca abrange produtos cuja comercialização ainda não foi aprovada no país, como a Sputnik V, cobiçada por pelo menos menos quatro governadores.

Já o presidente Jair Bolsonaro, que durante meses rechaçou o combate do coronavírus por vacinas, agora defende que elas sejam incluídas no SUS e angariadas pela iniciativa privada, onde serviriam como um bote salva-vidas contra a crise econômica provocada pela pandemia.

O governo do Paraná firmou um acordo ainda em agosto do ano passado com o Fundo Soberano da Federação da Rússia para realizar no país os estudos de fase 3 da Sputnik V. A aliança ainda não saiu do papel, mas o governador Ratinho Jr. (PSD) afirmou que, “caso haja necessidade”, investirá R$ 200 milhões para “fazer a compra direta de imunizantes”.

Outros estados conversam com a União Química, laboratório responsável pela produção da vacina no Brasil. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), visitou ontem a sede administrativa do laboratório, em São Paulo, e assinou um ofício manifestando interesse na compra da vacina.

“Temos preocupações com o ritmo, o fluxo que se dará a liberação (de vacinas) nos estados, e tendo no território nacional uma empresa como a União Química, com a estrutura e a condição de produzir rapidamente o volume de doses e de ter acesso aos (insumos) enviados pela Rússia, nós temos interesse em acessar e, se for o caso, fazer a aquisição diretamente”, explicou.

Segundo o presidente da União Química, Fernando de Castro Marques, Piauí e Rio Grande do Norte também já mostraram interesse em comprar diretamente lotes da Sputnik V. Outro interlocutor é o governador da Bahia, Rui Costa (PT).

“O Brasil se comporta como se o mundo inteiro estivesse se ajoelhando para vender vacina para nós”, criticou Costa. “Os países não têm vacina para si próprios, muito menos para ficar atendendo a caprichos burocráticos das instituições brasileiras”.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), também tem dito que seu estado vai conversar com laboratórios sobre a possibilidade de fazer compras diretas, mas que a prioridade das autoridades capixabas será esperar a distribuição a ser feita pelo governo federal.

A Sputnik V ainda não teve uso emergencial aprovado pela Anvisa. De acordo com a agência, a União Química não apresentou todos os documentos necessários para avaliar o imunizante. Outra falha seria a falta de estudos de fase 3 no país. O produto foi aprovado na Argentina e na Hungria sem esta exigência.

O governo da Bahia pediu ao Supremo Tribunal Federal uma autorização para os estados importarem e distribuírem a vacina sem registro na Anvisa. O ministro Ricardo Lewandowski, então, determinou ontem que a empresa preste esclarecimentos em cinco dias sobre sua capacidade de produzir o imunizante no país ou de importá-lo da Rússia.

Procurada pelo GLOBO, a Pfizer afirmou em nota que não comentará eventuais negociações com governadores. Um encontro de representantes do laboratório com Leite, previsto para ontem, foi cancelado. Sobre a adoção de seu imunizante pelo Ministério da Saúde,a empresa afirmou que segue negociando “um possível acordo” com a União.

Já o governo de São Paulo diz que não participa de conversas com outras autoridades estaduais. A prioridade na agenda paulista é a produção de novas doses da CoronaVac. A expectativa é que o Instituto Butantan receba, no dia 3 de fevereiro, 5,4 mil litros de insumos do laboratório chinês Sinovac, material necessário para a fabricação, em 20 dias, de 8,6 milhões de doses.

Bolsonaro e o governador João Doria (PSDB) disputam a autoria do acordo que proporcionou a exportação de novos insumos para o Brasil. O embaixador da China no país, Yang Wanming, ressaltou ontem, em entrevista coletiva, que a CoronaVac não é um “instrumento político”:

 

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
Por iG
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Artigo anteriorUniFAI adere ao Fies e solicita vagas para 11 cursos da Instituição em 2021
Próximo artigo Polícia localiza 102 kg de pasta base de cocaína em cabine de caminhão e prende motorista

ADAMANTINANET
O PORTAL DE NOTICIAS DA CIDADE JÓIA
E-MAIL: [email protected]

Últimas
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Capa
  • Geral
  • Cidade
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Fotos e Eventos
  • Empresas
  • Reviver
  • TV Folha Regional
© 2026 AdamantinaNet

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.