Close Menu
  • Capa
  • Geral
  • Cidade
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Fotos e Eventos
  • Empresas
  • Reviver
  • TV Folha Regional
Últimas

Árvore cai no centro de Adamantina após ventos durante a madrugada

30 de abril de 2026

Prefeitura de Adamantina inicia Campanha Maio Laranja com ações de conscientização nas escolas

30 de abril de 2026

Falta de exigências leva Aeaanap a impugnar edital e licitação de roçagem é suspensa

30 de abril de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
ADAMANTINA NET
  • Capa
  • Geral
  • Cidade
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Fotos e Eventos
  • Empresas
  • Reviver
  • TV Folha Regional
ADAMANTINA NET
Home»Geral»Ministério da Saúde tem prazo curto para decidir sobre compra de vacina da Pfizer
Geral

Ministério da Saúde tem prazo curto para decidir sobre compra de vacina da Pfizer

AdamantinaNETPor AdamantinaNET5 de dezembro de 20200
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

O governo federal precisa decidir, logo, se adquire doses da vacina da Pfizer-Biontech, mesmo com as dificuldades de logística e armazenamento impostas pelo imunizante. Segundo representantes da farmacêutica norte-americana, o Ministério da Saúde tem somente “alguns dias” para dar uma resposta sobre a compra. A empresa teria comprometido aproximadamente 85% da produção, neste e no próximo ano, sem contar a previsão de uma compra extra que o governo dos Estados Unidos pretende fazer. Se a pasta não se manifestar, corre o risco de cair para o final da fila.

Em nota, a Pfizer disse aguardar “posicionamento oficial do ministério em resposta à proposta” da companhia, “que expira em alguns dias”. A quantidade específica a ser destinada ao país é mantida sob sigilo, mas, segundo a farmacêutica, a oferta é “capaz de imunizar milhões de brasileiros já no primeiro semestre” de 2021. A eficiência do medicamento ultrapassa os 95%.

A empresa negociou as doses com mais de 30 nações. Na América Latina, México, Chile, Peru, Costa Rica e Equador, com os quais a Pfizer fechou acordo de fornecimento, preveem iniciar a vacinação este mês ou no início de 2021, a depender da autorização das agências reguladoras locais. O imunizante adota a tecnologia RNA –– que exige baixíssimas temperaturas para estocagem e transporte. No Reino Unido, a distribuição do medicamento para grupos específicos da população começa na próxima semana.

No início desta semana, o secretário de vigilância em Saúde do ministério, Arnaldo Medeiros, sinalizou que a vacina da Pfizer-Biontech não estava nos planos. “Desejamos que a vacina seja fundamentalmente termoestável por longos períodos, em temperaturas de 2 a 8 graus, porque a nossa rede de frios é montada e estabelecida com essa temperatura”, disse.

Mas, na última quinta-feira, sinalizou um recuo: “O ministério comprará uma vacina que tenha terminado a fase três, apresentado todos os documentos à Anvisa e que obtiver o licenciamento. Temos a responsabilidade junto à população brasileira de administrar uma vacina que seja licenciada e que tenha mostrado sua eficácia e segurança”, justificou.

Por enquanto, o acordo mais sólido do ministério é com a AstraZeneca-Universidade de Oxford, que ainda não encerrou a fase três do estudo clínico e cujo registro pode ser o mais demorado –– a farmacêutica reconhece erros nos testes iniciais, que culminam na necessidade de ampliar as pesquisas. O governo federal espera obter mais de 100 milhões de doses para incluí-las no Programa Nacional de Imunização.

Outra alternativa é a CoronaVac, cuja inspeção da fábrica da Sinovac, na China, foi finalizada ontem. O Instituto Butantan, que faz parte da parceria, promete entregar o dossiê completo à Anvisa até 15 de dezembro. “A expectativa é que a CoronaVac, do Instituto Butantan, faça parte do rol de vacinas disponíveis e seja utilizada para a imunização em todo o Brasil”, afirma nota do governo.

País deve superar as 176 mil mortes hoje
O Ministério da Saúde contabilizou, ontem, mais 694 mortes e 46.884 casos da covid-19. Com isso, o Brasil já perdeu 175.964 vidas para o novo coronavírus e soma 6.533.968 infecções desde o início da pandemia. Faltando um dia para completar a 49ª semana epidemiológica, o país soma 196.812 novos casos nos últimos seis dias. Segundo a pasta, 87,9% dos infectados, ou seja, 5.744.369 pessoas estão recuperadas da doença. Outras 613.635, que correspondem a 9,4% dos diagnósticos positivos, ainda estão em acompanhamento. Das 27 unidades da Federação, 24 registram mais de mil mortos pelo novo coronavírus. São Paulo (42.788) e Rio de Janeiro (23.017) são os dois únicos estados com mais de 20 mil óbitos cada.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
Por Correio Braziliense
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Artigo anteriorBolsa Família não deve ter o pagamento do 13º neste ano
Próximo artigo Colisão entre dois veículos causa morte de idoso de 75 anos

ADAMANTINANET
O PORTAL DE NOTICIAS DA CIDADE JÓIA
E-MAIL: [email protected]

Últimas
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Capa
  • Geral
  • Cidade
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Fotos e Eventos
  • Empresas
  • Reviver
  • TV Folha Regional
© 2026 AdamantinaNet

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.