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Home»Manchetes»ARTIGO: Nordeste – Diário de bordo (II): O Mercado Central, a Catedral e o Dragão do Mar
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ARTIGO: Nordeste – Diário de bordo (II): O Mercado Central, a Catedral e o Dragão do Mar

AdamantinaNETPor AdamantinaNET9 de janeiro de 2020Atualizado9 de janeiro de 20200
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Uma breve análise sobre alguns locais e personagens de outro meio

***

“Uma vez por ano vá a um lugar onde você nunca esteve.”

Desconhecido

***

Conforme já relatado em outrora, em fins de 2019, me prontifiquei a conhecer parte das terrinhas cearenses. E como todo bom observador, que não curte muito as praias, decidi visitar os principais pontos ditos “turistícos” da capital. E lá fui eu conhecer o centro da cidade!

Um fato curioso é que, por lá os mais “estribados[1]” decidiram, no início da formação da cidade, viverem mais afastados do litoral, o que justifica a maior parte das construções “antigas” e “grandiosas” se concentrarem por lá, e claro, o inverso também se deu com os “lascados[2]”. Mas, vamos ao que interessa!

Em meio ao dito “centro da cidade”, fica o Mercado Central de Fortaleza. Esta é uma atração a parte, e com certeza, vale cada passo dado por lá. Sua história permeia o início do séc. XIX, mais precisamente em 1809, quando fora iniciada a sua construção e as diversas reformas e adequações até atingir a estrutura atual. Dotado de cinco pavimentos, mais de quinhentos boxes, lanchonetes, restaurantes, estacionamentos, etc, este é um dos locais que merecem ser visitados por qualquer turista. Mas, é bom tomar cuidado com a culinária, algumas comidas são bem “diferentes” e podem “não cair muito bem”, tipo o “sarrabulho[3]”.

Além disso, se você estiver no Mercado Central, ao lado dele está a Catedral Metropolitana de Fortaleza, é só atravessar a rua! Sua construção fora iniciada em fins da década de 1930 e concluída em 1978. O prédio por sua vez, apresenta elementos neogóticos e românicos, e se assemelha muito a Catedral da Sé de São Paulo. Vale ressaltar que esta fora construída no local da antiga Igreja da Sé de Fortaleza. O único “problema” são os vendedores ambulantes, que te incomodam ao extremo, tentando lhe arrancar alguns trocados com a venda de terços “superfaturados”. Haja vista que os locais são “bem religiosos”.

Bem próximo a toda essa história arquitetônica, fica o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, o qual leva o seu nome em homenagem à Francisco José do Nascimento. Um dos líderes na resistência à escravidão no Estado do Ceará. Por sinal, muito pouco divulgado por aqui. Neste espaço diversas são as exposições e atrações culturais apresentadas diariamente.

Enfim, diversas são as construções, espaços, personagens, atrações e curiosidades de lá. A nós cabe a simples tarefa de, enquanto meros observadores, entender, questionar, refletir e comparar tudo isso com aquilo, de outro tempo para este tempo.

Tiago Rafael dos Santos Alves
Professor, Historiador e Gestor Ambiental
Membro Correspondente da ACL e AMLJF
[email protected]

Catedral Metropolitana de Fortaleza – 23/12/2019 – Acervo Pessoal

Mercado Central de Fortaleza – Vista da Lateral da Catedral Metropolitana – 23/12/2019 – Acervo Pessoal

Catedral Metropolitana de Fortaleza – 23/12/2019 – Acervo Pessoal

[1] Gíria local: Ricos

[2] Gíria local: Pobres

[3] Cozido de sangue e miúdos de porco.

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