Motoristas que trabalham por meio de um aplicativo de transporte fizeram uma paralisação pacífica nesta quinta-feira (28), em Adamantina. A mobilização aconteceu no pátio da Feira Livre e reuniu condutores que pedem alterações nas regras e condições oferecidas pela plataforma.
De acordo com representantes do grupo, cerca de 50 motoristas utilizam atualmente o aplicativo na cidade, sendo que aproximadamente 18 participaram do ato.
Entre os principais pedidos estão a redução da taxa cobrada pela plataforma para 15%, o fim da exigência de adesivos nos veículos — ou compensação financeira para quem optar pela identificação visual —, além de mais liberdade para repassar corridas entre motoristas e atuar em outros aplicativos ao mesmo tempo.
Os participantes também defendem maior autonomia para escolher corridas e afirmam que querem trabalhar sem precisar justificar ausências ou períodos sem atividade em grupos de comunicação utilizados pela operação local.
Termos da plataforma e reivindicações
Parte das reivindicações levantadas pelos motoristas já aparece nos termos de uso aceitos durante o cadastro no aplicativo. Segundo o documento apresentado durante a manifestação, os motoristas atuam de forma autônoma, sem vínculo empregatício, podendo definir horários, entrar ou sair do aplicativo quando quiserem e aceitar ou recusar corridas livremente.
Dessa forma, alguns pontos levantados no protesto, principalmente relacionados à autonomia e horários, geram discussões por já constarem nas regras da plataforma.

Discussão sobre ganhos
As questões ligadas à taxa cobrada sobre as viagens e à adesivação dos veículos seguem como os principais pontos defendidos pelos motoristas. Eles argumentam que a redução dos percentuais aumentaria a rentabilidade diante dos gastos com combustível, manutenção e demais despesas.
A paralisação ocorreu sem incidentes e teve caráter pacífico. Até o fechamento desta matéria, a plataforma ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre as reivindicações apresentadas. (Por: Redação – Informações do Siga Mais)



