
A aquisição da área para a implantação Distrito Industrial com Parque Tecnológico de Adamantina está emperrada. Isto porque há divergência com relação aos valores apresentados pela Prefeitura ao proprietário do imóvel. A concretização dessa compra era um dos maiores objetivos da Administração Municipal para 2022, no entanto, não deve ser fechada a tempo e ficar para 2023.
Segundo o prefeito Márcio Cardim existe desalinho entre os orçamentos realizados por imobiliárias a pedido do Município e o montante proposto pelo dono das terras. “Ou seja, os valores das avaliações não chegaram na quantia que o proprietário queria naquele momento. Então, estamos com esse impasse para a compra dessa área de forma amigável”.
O local desejado para instalação do complexo fica na margem da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), entre o trevo do Campus II da UNIFAI e o trevo de acesso à Lagoa Seca.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Planejamento, a extensão total da área seria de 240.000 metros quadrados – ou 10 alqueires de terra –, o que possibilita a divisão de aproximadamente 170 lotes de 1.000 metros quadrados.
No mês de junho deste ano, o prefeito informou ao Folha Regional que as negociações estavam aceleradas, no entanto, depois, começou o impasse.
“Pretendo tentar novamente para que tenhamos essa área tão importante, porque somente com a criação de um novo Distrito Industrial conseguiremos atrair empresas para cá, o que é a única forma de avançarmos no desenvolvimento do município”, enfatizou Cardim.
O projeto já elaborado pela Secretaria de Planejamento prevê a junção do loteamento do novo Distrito Industrial e a estrutura de Hubs de Inovação com a participação de empresas parceiras. A proposta é seguir o exemplo do Parque Tecnológico de São José dos Campos/SP.


