
As intensas chuvas que atingiram a Cidade Joia nesta semana, principalmente na terça-feira (1º de fevereiro), mais uma vez evidenciaram os sérios problemas de alagamentos que existem há décadas em Adamantina.
Os pontos mais críticos na região central, quando ocorre grande volume de água em pouco tempo, são basicamente três: na Avenida Cunha Bueno defronte da do salão da Acrea (Associação Cultural, Recreativa e Esportiva de Adamantina), na Rua Euclides da Cunha cruzamento com a Alameda dos Expedicionários e na Avenida Capitão José Antônio de Oliveira esquina do Supermercado Godoy e Ave Cristo.

De acordo com informações publicadas pelo jornal Diário do Oeste, o secretário de planejamento João Vitor Marega falou sobre a busca pela solução dessas graves demandas.
“Temos R$ 1,2 milhão para investimento em drenagem no perímetro urbano. Essa obra consiste na implantação de sistema de galerias que vai desde o Restaurante Mosconi, prossegue pela Avenida Adhemar de Barros e deságua depois do cruzamento do semáforo”, informou. E acrescentou a seguinte explicação: “Esse é um ponto caótico que tem um estrangulamento de uma galeria que vem do Supermercado Godoy medindo 2m x 2m e de outra que vem da Acrea (Associação Cultural, Recreativa e Esportiva de Adamantina) também de 2m x 2m. Elas se unem e continuam numa única galeria”.

O secretário revelou anda ao Diáiro que o projeto elaborado consiste em novo sistema de galeria nesse trecho, de 120 a 150 metros aproximadamente, e pegar toda a água que vem de uma região da cidade e direcionar diretamente ara as galerias do Parque dos Pioneiros. “Teoricamente vamos fazer a interligação direta das águas pluviais que vem da região do Supermercado Godoy para dentro do Pioneiros, eliminando o estrangulamento. Consequentemente, com isso, vai possibilitar um melhor escoamento reduzindo significativamente os pontos de alagamentos. Com essa medida pretendemos sanar esses antigos problemas” afirmou Marega ao Diário.
No mês de agosto do ano passado o Folha Regional publicou uma matéria sobre o assunto, na qual o secretário declarou que para resolver em definitivo o problema, não bastaria apenas construir bocas de lobo, seria preciso refazer a implantação de novas galerias para incluir as que desaguarão no Pioneiros. “Mas, além das residências edificadas nessas regiões, existe hoje toda a infraestrutura com redes de água e esgoto, pavimentação. Então, segundo a estimativa que fizemos, as obras de interligação das galerias precisariam de um investimento que passaria dos R$ 20 milhões”, completou.



