
Entramos na época mais esperada do ano, também a mais festiva. E nesses dias que antecedem o Natal e o Ano Novo sugerem compras, presentes, comemorações, ou seja, o melhor cenário para a economia local. Por isso o Folha Regional solicitou informações ao Sincomercio Nova Alta Paulista sobre a previsão de crescimento das vendas no comércio adamantinense neste mês de dezembro de 2021.
De acordo com a pesquisa de intenção de consumo das pessoas e a pesquisa de otimismo dos empresários, ambas feitas pela Fecomercio, há boas expectativas, tendo em vista a situação mais amena da pandemia, o que possibilitará a realização de festas, eventos e viagens, estimulando assim as pessoas a consumir produtos e serviços.

Quanto ao aumento esperado neste período, em relação aos meses anteriores de 2021, o Sincomercio ressaltou que dezembro é o melhor mês para o setor de comércio e serviços. “Então, com toda certeza também teremos um final de ano melhor que 2020, e esperamos e torcemos para que seja melhor que 2019, antes da pandemia”, acrescentou o presidente da entidade Sergio Vanderlei da Silva. Em índices percentuais, “a expectativa projetada é que o final deste ano seja, no geral, 6% maior que 2020, mas, claro, dependerá de cada subsetor, porque há alguns que vendem mais, enquanto outros não.”
Na entrevista concedida na semana passada à TV Adamantina Net, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Adamantina, Ricardo Haddad, também foi questionado a respeito das perspectivas criadas pela ACE, em relação à economia local, para o mês de dezembro.

“Estamos entrando em uma época mágica, que é a aproximação do Natal e do Ano Novo, sendo assim a expectativa é muito positiva. Esperamos que a nossa sociedade entenda e consigamos fazer com que o nosso comércio fique mais forte e consiga recuperar pelo menos parte daquilo que perdemos nestes dois anos difíceis”, disse.
Ricardo analisou ainda que a retomada da economia já foi iniciada, mas alertou que é fundamental que as pessoas ainda respeitem as regras de saúde vigentes. “Ou seja, precisa então haver um equilíbrio entre a saúde e a economia”.



