Administração estuda alteração em licitação para viabilizar retorno da Banda Marcial
De acordo com as informações passadas, a contratação de novo profissional para o cargo necessita da realização de processo licitatório. “E já foram feitas duas licitações, que acabaram não dando certo porque os participantes preenchiam somente parte dos requisitos exigidos no edital”.
O entrave maior, segundo Ana Queila, está na exigência do tempo de experiência como maestro de Orquestra de Viola Caipira, já que se pretende um profissional que também fique responsável por esse projeto. Diante das dificuldades encontradas, agora estuda-se a possibilidade de separar os projetos e fazer uma licitação somente ligada à BAMAD para viabilizar o retorno o quanto antes possível.
A Banda Marcial existe em Adamantina há mais de 30 anos.
Por Folha Regional Adamantina
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