ARTIGO: Em tempos eleitorais, começou a caça aos votos!
Uma breve análise sobre os atuais posicionamentos de “alguns candidatos”
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“Tem gente que está do mesmo lado que você / Mas deveria estar do lado de lá […] / Tem gente enganando a gente / Veja a nossa vida como está / Mas eu sei que um dia a gente aprende […]”
Mais uma vez – Renato Russo
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Nos últimos dias dos atuais tempos obscuros pós-coronavirais, em meio e a esta e mais aquela massa de calor acima dos quarenta graus, iniciamos a semana das campanhas ao legislativo e executivo municipais.
Entre este e aquele candidato estamos assistindo ao famoso “mais do mesmo” nas ditas “Redes Antissociais”. Ao que tudo indica a famosa “bipolarização” também ganhou destaque nas esferas municipais. Ou seja, traduzindo para o bom e velho português (em algumas postagens ele está faltando, pronto falei!): Nos “confins de Tão Tão Distante”, tem candidato que se dizia de esquerda, mas resolveu virar “à direita” para tentar garantir o seu, ou vice-versa, depende da ocasião e claro, do “cumpadre”! Vai que cola!
E não paramos por aí, daqui a pouco começam os “jingles” e “músicas”, os “santinhos”, as “correntes de whatsapp”, as “fake news” (ah… carta é coisa do passado, viu!), os “debates” e por aí vai… No entanto, como já relatei por aqui e ali, estou esperando “apenas” as propostas… Ah… E detalhe… Ainda tenho “esperança” do verbo “esperar” e não mais “esperançar”… Afinal, esta já morreu a algum tempo!
Nesse sentido, entre isso e aquilo, cá estamos nós “à espera de um milagre” ou em meio a uma “missão impossível”, mas quem sabe ao menos tenhamos “um novo tempo” ou pelo menos “uma nova cara” nesta e naquela “terrinha”. Tenhamos ao menos a fé, já que a “esperança” foi embora mesmo. Renato Russo certa vez cantou que: Quem acredita, sempre alcança! Talvez ele esteja certo!
Enfim, aos candidatos, peço que tragam “propostas” e não apenas um número. Sejam coerentes com aquilo que acreditam, posicionamentos de lado A ou B, precisam ser “claros” e “transparentes” a todos. Ah… E dizer que vai atuar na área X, Y ou Z, mas não detalhar como isso ocorrerá, em nada lhe ajudará. O mesmo se aplica aos que querem uma 2ª, 3ª ou 4ª chance, no entanto com um agravante: “A sua atual campanha é o seu portfólio de trabalho dos últimos 4 anos”. Quanto a você eleitor, lembre-se disso tudo! Serão “apenas” mais quatro anos!
Tiago Rafael dos Santos Alves
Professor, Historiador e Gestor Ambiental
Membro Correspondente da ACL e AMLJF