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Cidades

Sincomercio e ACE desenvolvem campanha para tentar amenizar efeitos da crise

Por AdamantinaNET 17/04/2020 08:39 Atualizado em 17/04/2020 08:48
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Ação visa orientar os consumidores a fazer suas compras por telefone, mensagens de texto e redes sociais, recebendo os produtos em casa por meio de entrega em domicílio ou estilo drive thru

 

O comércio varejista adamantinense já sente a queda nas vendas por conta dos decretos estadual e municipal, que incluem a menor circulação de pessoas em ambientes públicos, e no comércio de uma forma geral. A medida segundo as autoridades públicas previne a propagação da epidemia do Covid-19, o novo coronavírus.

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Preocupados com a crise que esta queda no consumo pode gerar a Ace (Associação Comercial Empresarial de Adamantina) e o Sincomércio desenvolveram a campanha ‘O comércio de Adamantina fechou, mas não vai ficar parado’. A ação tem como objetivo conscientizar a população da necessidade de continuar movimentando as compras e fortalecendo as empresas do município.


De acordo com o presidente do Sincomércio, Sergio Vanderlei, esta é uma campanha de parceria que envolve as entidades representativas do comércio varejista de Adamantina. No município são mais de 1.300 empresas que geram aproximadamente 5 mil empregos diretos.

Serão desenvolvidas peças publicitárias que englobam som ambulante, vinhetas em rádios, espaços em jornais impressos, redes sociais e outdoors. Toda ação conta com apoio das emissoras de rádio e de jornais parceiros.

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A medida visa orientar os consumidores a fazer suas compras no comércio de Adamantina por telefone, mensagens de texto e redes sociais, recebendo os produtos em casa por meio de entrega em domicílio ou estilo drive thru.

“Assim, pretendemos garantir a sobrevivência das empresas e dos empregos neste momento de grave crise em virtude do coronavirus”, explica o presidente do Sincomércio. “Esta pandemia infelizmente terá um custo alto para as pequenas e médias empresas, e os consumidores neste momento têm papel fundamental para a sobrevivência das mesmas, continuando a prestigiar e a comprar no comércio local”.

Nas ruas, os adamantinenses já ouvem a mensagem: “O comércio de Adamantina fechou, mas não vai ficar parado. Durante o período de quarentena, você pode continuar comprando na sua loja favorita, pedir os seus produtos de primeira necessidade. Tudo através do telefone WhatssApp ou pelas redes sociais. O comércio de Adamantina vai sempre ter um bom vendedor para atender você e nunca vai te deixar na mão. Pode contar para todo mundo. Pode contar com os comerciantes de Adamantina e região. Apoio Ace (Associação Comercial Empresarial de Adamantina) e Sincomércio. Solidariedade é o que conta agora”.

 

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL

O presidente da Ace Luís Henrique Sgobbi Mortari disse que este trabalho em conjunto é de extrema importância para este momento que o país e a economia passam.

Segundo o presidente as duas instituições juntas– Ace e Sincomercio, conseguem filtrar e catalisar as verdadeiras necessidades dos empresários e empreendedores, independente de qual setor que atua.

Para ele o momento é extremamente delicado, já que as informações são desencontradas, onde cada um “puxa a sardinha” para o seu lado, e muitos estão buscando a autopromoção com a situação.

“As instituições sólidas como a Ace e o Sincomercio servem como contra ponto para que os objetivos comuns sejam restaurados. Buscamos sempre pelo bem social, comercial e empresarial querendo sempre preservar trabalho, emprego, comércio e consequentemente a arrecadação de impostos, mas, ao mesmo tempo também conscientizamos as pessoas da necessidade de se preservar, frente ao perigo eminente do coronavírus”, explica.

Segundo Luís Henrique, o que está acontecendo é uma histeria generalizada e não está sendo analisada ponto a ponto a situação de cada município e empresa e isto atrapalha muito.

“Tivemos um decreto de uma quinzena do final de março até agora, um segundo decreto prorrogando. Nada mudou, estamos trabalhando fortemente para que o próximo decreto da semana que vem, seja mais consciente e participativo, na junção da saúde e economia. Todos têm o mesmo objetivo, de passar por esta situação, sentindo o menor impacto possível, mas para isto acontecer temos que unir forças”, conclui o presidente.

 

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