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Ronaldinho e Assis são presos no Paraguai para evitar saída do país

Por AdamantinaNET 07/03/2020 08:43
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Ronaldinho Gaúcho e o seu irmão e empresário Roberto Assis foram presos na noite de hoje (6) no Paraguai, a pedido da Justiça local, como forma de evitar a saída dos dois do país durante as investigações sobre o caso dos documentos falsos carregados pelos ex-jogadores na entrada em território paraguaio. Os brasileiros foram detidos no hotel onde se hospedavam na capital Assunção em medida preventiva das autoridades locais.

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A informação foi inicialmente publicada pelo jornal ABC Color e confirmada pelo UOL Esporte com Gilberto Fleitas, diretor de Investigação de Fatos Puníveis da Polícia Nacional paraguaia.

A ordem de prisão sai horas depois de Ronaldinho e Assis seguirem como investigados no caso de falsificação de documentos paraguaios. Por ordem do juiz de garantias Mirko Valinotti, a ex-estrela do Barcelona e o irmão tiveram negados o “critério de oportunidade”, que livraria ambos de qualquer processo em troca de colaboração com a Justiça.

A prisão foi pedida pelo Ministério Público do Paraguai e executada na noite desta sexta. Ronaldinho e Assis foram encaminhados para a sede da força policial conhecida como Agrupación Especializada, em Assunção, enquanto aguardam novidades sobre as investigações do caso. A detenção tem caráter preventivo, informa o Ministério Público local.

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Mais cedo nesta sexta-feira Ronaldinho e seu irmão prestaram depoimento à Justiça paraguaia por mais de seis horas. O juiz de garantias Mirko Valinotti deu trâmite de oposição ao pedido de aplicação do “critério de oportunidade” aos brasileiros no caso.

Com esta decisão, a situação foi repassada à procuradora geral, Sandra Quiñónez, que terá um prazo de dez dias para ratificar ou negar o pedido dos promotores Federico Delfino e Alicia Sapriza, do uso do “critério de oportunidade”, que livraria os ex-jogadores brasileiros de processo em troca de colaboração com a Justiça e reparação social, alegando que eles não estariam implicados diretamente.

 

Fonte: uol.com.br

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