O Aterro Sanitário Municipal teve sua operação encerrada em definitivo no último dia 29 de junho, conforme determinado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), devido ao fim da vida útil da área na qual está instalado.
A data já era fruto de prorrogação de 120 dias conquistada em fevereiro deste ano pela Prefeitura de Adamantina junto aos órgãos competente. “Não teremos mais prazo. Foi o último concedido”, cravou o prefeito Márcio Cardim na época que apresentou o plano de trabalho para dar a sobrevida ao Aterro.

Na manhã da última quinta-feira (4) a reportagem do Folha Regional conversou com o secretário municipal de Obras, Wellington Zerbini, que confirmou o fechamento da área do Aterro Municipal.
Com o fim das atividades, a Prefeitura precisou viabilizar um novo local, em outra cidade, que tivesse condições de receber o lixo urbano coletado diariamente em Adamantina. Por isso realizou processo licitatório que definiu o Aterro Sanitário de Quatá como o destino.
“Já estamos transportando o nosso lixo para lá”, afirmou Zerbini.
Segundo antecipado por Cardim nas entrevistas concedidas à imprensa, a expectativa é pela conclusão da construção e pelo início do funcionamento do Aterro Sanitário Regional (privado), em construção pela empresa TCL Tecnologia e Construções Ltda., instalado no bairro rural da Aidelândia, em Adamantina.
Quando entrar em atividade, o novo depósito de lixo poderá abranger os municípios em um perímetro de 100 km. E segundo o documento da CETESB, a fase 1 do empreendimento prevê uma capacidade de quase 7,6 milhões de m³ de rejeitos depositados em 15 camadas, na área de 251,3 mil m², com capacidade diária de mil toneladas/dia. O empreendimento prevê a geração inicial de 45 empregos diretos e recolhimento de ISS para o município de Adamantina.
Fonte: Jornal Folha Regional Adamantina