
De acordo com nota divulgada pela Secretaria Municipal de Educação, uma avaliação técnica identificou recorrentes inconsistências na produção própria, como irregularidades no peso e tamanho dos pães, variações na textura e no padrão visual, além de produtos frequentemente abaixo do padrão de qualidade solicitado. Também foram registrados baixa aceitabilidade por parte dos alunos e elevado índice de sobras e desperdício nas unidades escolares.
Diante desse cenário, a administração optou pela contratação de empresa especializada, por meio de regular processo licitatório, visando maior eficiência na aplicação dos recursos públicos e melhoria efetiva da alimentação escolar.
A Prefeitura informa ainda que a mudança já resultou em excelente aceitação por parte dos alunos, redução significativa do desperdício e elogios das responsáveis pelas cozinhas das unidades escolares quanto à regularidade, padronização e qualidade dos produtos. (Reportagem: Impacto)