
Lucas embarcou rumo à capital irlandesa no dia 30 de maio e permaneceu até 28 de junho, vivenciando uma imersão cultural e acadêmica em um dos países mais procurados por estudantes de todo o mundo. Durante o período, participou de um curso intensivo de inglês, hospedou-se em casa de família local e teve todas as despesas custeadas pelo programa – incluindo alimentação, traslados, chip de internet, seguro-viagem, emissão de visto e uma ajuda de custo.
Mais do que uma viagem, a experiência se revelou um salto no desenvolvimento pessoal e profissional do estudante. Para a direção da Fatec Adamantina, a conquista reforça o compromisso da instituição com uma formação conectada às exigências de um mercado globalizado. “Programas como este mostram aos nossos alunos que o mundo está ao alcance de quem se dedica. É um orgulho ver nossos estudantes rompendo fronteiras por meio do conhecimento”, afirma a coordenação.
Criado para proporcionar vivências internacionais a alunos de Fatecs e Etecs, o Programa de Intercâmbio Cultural é reconhecido por sua alta competitividade. Desde sua criação, entre 2011 e 2015, e retomada em 2022, a iniciativa já contemplou mais de 2.500 alunos e cerca de 400 professores com viagens a países da Europa, América e Ásia.
A Fatec Adamantina, em especial, tem sido destaque nesse cenário. Nos últimos anos, cinco estudantes da unidade foram selecionados para o intercâmbio, com destinos que incluem Colômbia, Espanha, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e, agora, a Irlanda.
Para Lucas Otaviano, a viagem foi muito mais do que um curso: foi um divisor de águas. “Pude aprimorar o inglês, conhecer novas culturas, fazer amigos de vários países e expandir minha visão de mundo. Foi uma experiência transformadora, que levarei para a vida toda”, relata.
A conquista é celebrada não apenas como um mérito individual, mas como símbolo de uma educação pública que forma cidadãos preparados para dialogar com o mundo. E para muitos jovens da região, a trajetória de Lucas acende uma nova perspectiva: a de que o conhecimento pode, sim, abrir caminhos para além das fronteiras.
Por Assessoria de Imprensa
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