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Prefeito protocola junto ao Ministério da Saúde pedido de transformação da Santa Casa em Hospital Escola

Durante audiência em Brasília na semana passada, o prefeito Márcio Cardim esteve com a ministra da saúde Nísia Verônica Trindade Lima e protocolou o Ofício nº 048/2023/GAB que solicita a transformação da Santa Casa de Misericórdia de Adamantina em Hospital Escola, o que possibilitará o atendimento de toda população da Nova Alta Paulista, composta por 30 municípios e cerca de 400 mil habitantes.

No documento a administração municipal contextualiza a estrutura educacional da Cidade Joia, citando as instituições de ensino existentes, como a Fatec, Univesp e UniFAI com o curso de Medicina e demais graduações na área da saúde, o que oferece mensalmente mais de 40 mil atendimentos gratuitos à população.

“Nossa Santa Casa atende como microrregião de saúde 10 municípios: Adamantina, Lucélia, Mariápolis, Pracinha, Inúbia Paulista, Osvaldo Cruz, Sagres, Salmourão, Flórida Paulista e Pacaembu, bem como todo o sistema penitenciário. Atualmente, o município faz parte da DRS de Marília, composta por 63 municípios e que hoje encontra-se sobrecarregada”, acrescenta.

Para melhorar o atendimento na região, a Prefeitura de Adamantina apresentou ao Governo do Estado de São Paulo o projeto de regionalização e integralização da saúde, transformando Adamantina em pólo. E a proposta já recebeu parecer favorável da DRS de Marília e da Coordenadoria de Regiões de Saúde.

“Um hospital escola seria um importante centro de formação para profissionais de saúde e uma solução para o problema da falta de serviços de saúde na região. O novo hospital ofereceria serviços de saúde de alta qualidade, incluindo consultas médicas, exames diagnósticos, internações e cirurgias. Além disso, a presença de um hospital regional ajudaria a desafogar os hospitais das cidades vizinhas, em especial a DRS de Marília, que já estão sobrecarregados e não conseguem atender à demanda”, completou a administração no Ofício.

Segundo Cardim, o pedido foi recebido pela autoridade federal e encaminhado para análise dos setores competentes do Ministério da Saúde. “Estamos otimistas e no aguardo de um posicionamento favorável para concretizar essa importantíssima conquista”.

 

 

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