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Diversos

Pai suspeito de matar filha de 8 meses é preso em enterro

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Um homem suspeito de agredir e matar a filha de oito meses foi preso no enterro da vítima, na tarde desta segunda-feira (20), em Piedade (SP).

A mãe da criança disse aos policiais que foi tomar banho e deixou a bebê aos cuidados do pai, no berço. Em seguida, ao pegar a criança no colo, sentiu-a com corpo mole e percebeu que ela estava com sangramento nas partes íntimas.

A jovem, de 18 anos, relatou que os fatos ocorreram por volta das 23h de domingo (19). Ela acionou a ambulância da Santa Casa da cidade e informou à Polícia Civil que chegou ao hospital às 2h22 de segunda-feira.

A bebê de oito meses chegou sem vida ao hospital, com hematomas pelo corpo, inchaço na cabeça, sangramento nas partes íntimas, apontou o boletim de ocorrência.

O pai da criança, também de 18 anos, primeiramente negou qualquer envolvimento com o crime, mas depois confessou as agressões e negou participação da esposa.

Foi pedido um exame necroscópico/sexológico. A bebê foi enterrada na tarde desta segunda-feira.

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Preso mata por estrangulamento o único companheiro de cela que ele tinha em Penitenciária

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Um preso, de 44 anos, foi assassinado por estrangulamento nesta sexta-feira (1º) dentro da cela onde cumpria pena na Penitenciária Wellington Rodrigo Segura, no distrito de Montalvão, em Presidente Prudente (SP).

A suspeita é de que o crime tenha sido cometido por outro preso, de 21 anos, que era o único companheiro de cela da vítima.

Ele foi autuado em flagrante pela Polícia Civil e irá responder por homicídio qualificado. A Polícia Civil ainda representou à Justiça para a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva do suspeito.

De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia Participativa, dois agentes de segurança penitenciária descobriram o crime quando, já no fim da tarde, realizavam o procedimento de contagem individual dos presos. Quando os funcionários chegaram ao guichê da cela 15 e fizeram a chamada nominal dos dois presos que ocupavam aquele espaço, somente um dos sentenciados se apresentou. Os agentes verificaram que o outro sentenciado que habitava a cela permaneceu deitado. A chefia administrativa foi avisada e foi solicitado apoio para adentrar a cela, quando os funcionários constataram que o preso já não demonstrava sinais vitais.

O preso de 21 anos foi questionado sobre a situação e alegou que havia se desentendido com seu companheiro de cela e que o tinha agredido com um murro, o que fez a vítima desmaiar.

Os agentes observaram que a vítima apresentava marcas no pescoço típicas de estrangulamento, assim como pequenos ferimentos provocados por instrumento perfuro-contundente.

A vítima, em razão dos ferimentos, morreu no local.

Segundo o Boletim de Ocorrência, o preso de 21 anos contou que cumpria pena em Montalvão em razão da prática de três crimes de roubo na cidade de São Paulo (SP). Ele disse que dividia a cela com o outro preso havia cerca de um mês e, em princípio, o relacionamento entre ambos era normal.

No entanto, segundo a versão do suspeito, de um certo tempo para cá, ambos começaram a se desentender porque o preso de 44 anos o limitava o banho e a lavagem de roupa.

O suspeito reconheceu que não chegou a comunicar tal fato à administração do presídio.

Ele confessou que, nesta sexta-feira (1º), iniciou-se uma discussão entre ambos e, então, o preso de 44 anos teria partido para cima dele.

Para se defender, o suspeito disse que lhe desferiu um soco e como consequência a vítima caiu no chão.

Em seguida, ainda segundo a versão do suspeito registrada na Polícia Civil, utilizou-se de um varal improvisado feito com saquinhos de leite e estrangulou a vítima.

Além disso, o rapaz ainda disse que, em seguida, utilizou um tubo de caneta para lesionar a vítima na região do pescoço.

O suspeito afirmou que o ato não foi premeditado e não teve a participação de nenhum outro preso. Ele pontuou ainda que sofreu um leve ferimento na parte posterior da cabeça decorrente da luta corporal travada com a vítima.

Policiais civis estiveram no local e foi requisitada perícia na cela.

O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para o exame necroscópico.

A Polícia Civil concluiu que os indícios de autoria recaem sobre o indiciado, que era o único preso existente na cela em que estava a vítima e que confessou a prática do crime.


Segundo a polícia, “existem indícios suficientes da prática do delito pelo indiciado, extraídos, sobretudo, do Boletim de Ocorrência e dos elementos de prova oral”.

As apurações indicam, ainda conforme a polícia, que “o indiciado praticou um crime com elevada gravidade”. “Com efeito, o indiciado, com o uso de algum cordão não encontrado, deu cabo à vida da vítima, seu companheiro de cela, mediante estrangulamento”, pontuou.

O preso de 21 anos irá responder pelo crime de homicídio qualificado previsto no inciso III, do parágrafo 2º, do artigo 121, do Código Penal, ou seja, que é o de matar alguém com emprego de asfixia. A pena varia de 12 a 30 anos de reclusão.

De acordo com os dados da Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP) atualizados nesta sexta-feira (1º), o presídio de Montalvão possui uma população carcerária de 932 homens, embora a capacidade seja para abrigar 696.

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Jovem ateou fogo e esfaqueou colega de trabalho por atraso na entrega de pedidos em lanchonete, diz polícia

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O jovem de 23 anos preso por atear fogo e agredir o colega de trabalho com golpes de facão cometeu o crime depois de um desentendimento decorrente do atraso na entrega de pedidos da lanchonete onde trabalham, em Birigui (SP), segundo o boletim de ocorrência.

Ainda de acordo com o registro policial, eles discutiram na quinta-feira (23), mas o crime aconteceu na noite de sexta-feira (24), quando o jovem foi até a lanchonete com um facão, duas facas de serra e álcool.

Câmeras de segurança registraram quando, do lado de fora do comércio, o agressor pegou um balde, jogou o álcool e ateou fogo no colega, de 30 anos. Ele também teria usado um spray aerossol e um isqueiro.

Com o corpo em chamas, a vítima correu para dentro da lanchonete e se escondeu atrás de um balcão. Em seguida, o agressor também entrou no prédio e a golpeou com o facão na região das costas. Funcionários e clientes que estavam no local tentaram separar a briga.

A vítima foi levada ao pronto-socorro de Birigui com 50% do corpo queimado, mas precisou ser encaminhada para Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa da cidade. Na noite de sábado, ela foi transferida para um hospital especializado em queimaduras de Marília (SP). O estado de saúde é considerado grave.

O agressor foi preso em flagrante por tentativa de homicídio. Em depoimento, ele confessou que não se arrependeu do crime e que não ficou satisfeito porque não conseguiu matar o colega de trabalho.

 

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Homem é encontrado morto sem orelhas e escalpelado em Sertãozinho, SP

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Um homem de 49 anos foi encontrado morto sem as duas orelhas e escalpelado nesta quinta-feira (23) em um depósito de areia na Rua Fioravante Sicchieri em Sertãozinho (SP). Segundo a Polícia Civil, ele também estava nu e apresentava sinais de facadas no corpo.

A vítima foi identificada como Reginaldo Paz Pereira. Ao lado do corpo, foram encontradas as duas orelhas e as vestimentas do homem.

A Polícia Militar (PM) e a Perícia Técnica compareceram ao local e o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Araraquara (SP).

O caso foi registrado como homicídio e está sendo investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Até o momento, a polícia não sabe o que motivou o crime.

Crime

Segundo o boletim de ocorrência, um homem que mora e trabalha no local ouviu pedidos de socorro durante a madrugada desta quinta, mas ficou com medo de verificar. Por volta das 6h, foi abrir o depósito e encontrou o corpo.

Ele acionou a PM que compareceu ao local e encontrou o homem morto ao lado de uma jaqueta, um par de botinas, uma calça, uma camisa e um par de meias. Todos os objetivos foram apreendidos e nenhum aparelho telefônico ou documentos foram encontrados.

Segundo o delegado responsável pelo inquérito civil, Igor Franco Godoy Dorsa, ainda não há suspeitos.

“Ele estava bastante agredido. Nós vamos trabalhar para tentar entender o que aconteceu com ele. Nós estamos com a hipótese de homicídio pelos sinais de violência. Vamos agora tentar apurar a dinâmica da vida dele, entender porque ele estava nesse local”, disse.

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