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Cidades

Administração assume contrariedade a sistema vertical e inicia processo burocrático para ampliação do cemitério

Por AdamantinaNET 27/10/2021 08:02
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O sistema vertical de túmulos [gavetas] implantado no Cemitério Municipal causa contrariedade na população desde que entrou em funcionamento, no segundo semestre de 2019. E agora foi a vez do prefeito Márcio Cardim (DEM), em entrevista concedida ao Diário do Oeste, também manifestar sua insatisfação com o modelo de sepulturas.

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“A questão do cemitério vertical não houve boa aceitação por parte da população e vou dizer para você, nem a mim agrada muito aquele cemitério vertical”, assumiu. E, na sequência o chefe do executivo afirma que a segunda etapa prevista no projeto não será executada. “Estamos acostumados com o formato anterior, nós vamos parar com a questão do cemitério vertical”.

Cardim, no entanto, justificou que, na época que se optou pela implantação, era preciso achar uma solução rápida para o problema do término do espaço para abertura de novas sepulturas no sistema convencional [horizontal e subterrâneo] do Cemitério. “Ainda que não fosse, vamos dizer assim a mais adequada, mas seria muito pior se tivesse levado (os corpos) para outras cidades, seria muito mais traumático”, ponderou. E acrescentou o fato de ter sido uma solução emergencial, porque não tinha como fazer algo tão rápido quanto o sistema vertical que foi implantado, composto por duas galerias com 104 gavetas.

O fim da capacidade para abrigar túmulos ‘na terra’ – tendo em vista que já existem mais de 20 mil sepulturas no modelo tradicional – e a aversão da população às ‘gavetas’, passaram a obrigar ainda mais a Prefeitura de Adamantina a tomar uma providência urgente para resolver o caso. E, também na entrevista ao Diário, o prefeito garantiu existir projeto de ampliação do atual espaço na área defronte do próprio Cemitério Municipal.

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“O Planejamento [Secretaria] já está fazendo o projeto, já estamos dando entrada junto à Cetesb e iniciamos o processo burocrático”, adiantou.

Pelos cálculos feitos pela Prefeitura, após superados todos os trâmites e feita a implantação, o tempo de uso (ocupação) do novo espaço seria de 30 a 50 anos.

Cardim revelou ainda que está sendo estudada a transformação do atual Velório Municipal em uma capela para a realização de cerimoniais e missas.

 

 

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