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Geral

ARTIGO: Entre falas ditas e desditas, o que esperar de um futuro próximo?

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Um breve relato sobre algumas falas ditas recentemente sobre a Covid-19

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“Os ventos e as ondas estão sempre do lado dos navegadores mais competentes.”

Edward Gibbon

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Nos últimos dias dos atuais tempos vacinais (e obscuros), continuamos a ouvir por aqui e ali falas mais que desnecessárias “daquele que se diz governante das terras tupiniquins”, vulgo “mito”.

No entanto, é sempre bom ressaltar e avisar aos “palpiteiros de plantão”, que não tenho político como “chaveirinho” ou quiçá de “altar”. Portanto “cobrar” e apontar os pontos de melhora é algo “todos nós” dentro de um Estado Democrático de Direito, devemos fazer. Seja deste ou daquele lado, diga-se esquerda, ou direita.

E já que estamos comentando sobre algumas atitudes e falas, a imprensa internacional repercutiu um tal de “mimimi”. Pois bem, para que fique claro, reproduzo a referida fala a partir do que fora dito: “Vocês não ficaram em casa. Não se acovardaram. Temos que enfrentar os nossos problemas. Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?”

Pois bem, conforme já mencionado tal fala repercutiu “negativamente” por grande parte da mídia internacional. Por um lado, devido a “falta de respeito” em relação aos milhares de mortos pela Covid-19, e detalhe, em meio ao recorde de mortes por tal doença. E por outro, pela falta de planejamento de tal Governo, em relação ao enfrentamento desta situação por aqui. No entanto, infelizmente, como já sabemos, esta não foi a primeira e também não será a última “declaração” deste político.

Penso e acredito que, independentemente de conflitos entre ideologias, partidos, governos estaduais e afins, o enfrentamento a tal pandemia deve estar “acima de tudo e de todos”, de forma séria e com embasamentos científicos. No entanto, não é isso que vivenciamos! Basta verificar!

A única coisa que percebemos são as “famosas cortinas de fumaças” erguidas em momentos “complicados” deste ou de algum “herdeiro”, numa tentativa de se desviar a atenção de um possível “escândalo” aqui ou ali. Ou a “difusão” de métodos nada convencionais, e sem comprovação, de tratamento e/ou prevenção.

Enfim, mesmo diante de tudo isso, sigamos em frente, na expectativa de que a esperança ainda exista!

Tiago Rafael dos Santos Alves

Professor, Historiador e Gestor Ambiental

Membro Correspondente da ACL e AMLJF


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