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Geral

ARTIGO: Pandemia, festas e aglomerações – E a sanidade cadê?

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Um breve relato sobre as aglomerações nas festas de fim de ano e a pandemia

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“Para que uma sociedade funcione bem e seja justa, cada um precisa fazer sua parte.”

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Em meio “aos trancos e barrancos” se foi o ano de 2020, mas infelizmente não o acompanhou os “tempos obscuros e coronavirais”. A nossa única “esperança” é que no corrente ano, cheguem os “tempos vacinais” e tudo isso acabe o quanto antes. Mas até lá, tomemos as medidas de prevenção e higiene como “regra”, afinal todos nós esperamos chegar ao final deste. Não é mesmo?

Mas, vamos ao que nos interessa… Como já disse aqui e ali, a vacina se tornou “trampolim” para o Executivo Federal e isso justifica as diversas trocas de farpas entre este e aquele político, diga-se Bolsonaro e Dória, ou melhor, “Bolsodória”. Até parece que estamos vivendo uma “Guerra Fria interna”, com a sua “Corrida da Vacina”.

Como bem sabemos, em meio as festas de fim de ano, o Brasil serviu de “péssimo” exemplo no que se refere ao enfrentamento a Covid-19 em nosso país. Até tomamos uns “puxões de orelha” do Comissário da UE, se não viu, basta dar uma olhadinha!

De fato, inúmeras foram as aglomerações causadas pelos brasileiros nas praias e afins. Ao passo que na mão contrária, inúmeros países restringiram ainda mais as suas medidas de proteção e contenção da população. Nesse sentido, diante da quantidade de casos e óbitos por aqui, cabe uma singela pergunta: Onde foi parar a “sanidade” do brasileiro?

Sanidade…? Mas penso que talvez poderia trocar por “empatia”. O simples ato de se colocar no lugar do outro! Só isso… Novamente pergunto: Quem estava em meio a tais aglomerações, pensou nele? Filhos? Pais? Avós? Profissionais da saúde? Vizinho? Pessoas do grupo de risco? É claro que não! A empatia passou longe!

Você deve estar imaginando que estou falando “bobeiras”! Não… Não estou! A algumas semanas atrás fiquei em isolamento devido ao contato que tive com um colega no trabalho que testou positivo (Detalhe, no trabalho). Somente o fato de não poder “abraçar” os seus

filhos “por medo” de contaminá-los é algo realmente angustiante. Por sorte, os exames testaram negativo. Se não conseguirem entender de uma vez o que isso pode causar, lendo o que eu passei… Tentem ao menos, se colocar no lugar daqueles que não terão mais a oportunidade de “abraçar” seus filhos! Pensem só nisso!

Enfim, com puxão de orelha ou sem, penso que diante do que vimos, o brasileiro precisa de fato ser “estudado pela NASA” como: “O povo que, reclama da pandemia, sofre com a pandemia, reclama dos governantes, reclama mais uma para não perder o costume e não faz a sua parte!”

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