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ARTIGO: A CRIATURA FRENTE AO CRIADOR NA PROVÍNCIA…

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“A esperança não é um sonho, mas uma maneira de traduzir os sonhos em realidade”. (Suenens)

Sérgio Barbosa (*)

A conjuntura internacional vem demonstrando que a maioria das pessoas, bem como, empresas e outros, “eram felizes e não sabia”, tal qual o dito tupiniquim, pode-se trazer o contexto do global para o local em uma perspectiva “glocal”…

O momento está em estado de alerta para ambos os lados de uma mesma moeda, se possível, para levar adiante os desencontros mediados pelos interesses além do senso comum provinciano…

Claro, talvez, escuro, porém, como sempre, nada pode permanecer escondido por muito tempo, assim, mais cedo ou mais tarde, a claridade vai aparecer neste cenário nada acadêmico para os predadores do conhecimento alheio aos interesses da instituição em tempo de pós-globalização organizacional…

Não faz tanto tempo assim, quando o sonhador plantou a semente da expansão além da província para colocar o tempo em outro tempo, para isto e mais aquilo, foi necessário estar em conexão com as mudanças do planeta em áreas afins aos objetivos de um sonho para fazer a diferença nesta missão acadêmica por meio da proposta pedagógica…

Mas, nem sempre quem sonhou este sonho sem amarras com isto e mais aquilo está distante das perdas da criatura que se afastou do criador, porém, ainda bem que existe um outro tempo para mostrar que o passado continua marcando presença no presente da criatura…

Diz o ditado: “o futuro a Deus pertence”, entretanto, ressalta-se que a carruagem anda falhando em seus propósitos mais do que filantrópicos como gostaria o outro lado, talvez, próximo de um poder paralelo, todavia, com uma falsa projeção em cima do comando da manipulação em estilo “rasputiniano”…

As figuras deste jogo provinciano são pitorescas, desta forma, o confronto inexiste, haja vista as bandeiras das trocas por isto e mais aquilo, deixando de lado os interesses direcionados para a comunidade regional…

Ah! O criador sabia das coisas, mesmo quando tudo era apenas um sonho distante para a maioria dos mortais, porém, a imortalidade pertence a uma minoria escolhida pela divindade maior do universo…

Que a criatura possa saber fazer as suas escolhas neste novo cenário além do pensamento provinciano, ainda, quando a inexperiência das “criaturinhas” envolvidas no jogo do mercado predatório, deixam a desejar em todos os sentidos desta ou daquela palavra no contexto plural da metacomunicação em terras provincianas…

AVE CRIADOR!

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(*) Jornalista  diplomado, professor universitário e consultor na área de gestão em comunicação organizacional.

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