ARTIGO: A CRÍTICA PELA CRÍTICA NA PROVÍNCIA: “EIS A QUESTÃO?”

“Não é dado ao saber humano conhecer toda a extensão da sua ignorância.”

(Marquês de Marica)

Sérgio Barbosa (*)

Não é fácil assumir responsabilidade neste novo tempo, quando os nossos objetivos estão em compasso de espera frente aos desafios que chegam por meio da denominada pós-globalização…

O compromisso com o nosso público alvo, bem como, com os patrocinadores em geral, nos colocam frente a frente com os críticos de plantão, alias, o que seria do mundo sem os mesmos…

O difícil é tentar entender o que se passa na cabeça daqueles que pensam alguma coisa pra si mesmo, sem mais ou menos, acabam fazendo de suas críticas pessoais um veículo mesquinho e hipócrita, caindo na mesmice de sempre, ou seja, a crítica pela crítica em terras provincianas e ponto quase final…

Neste caso, desenvolver projetos midiáticos em áreas afins é estar exposto na vitrine do leitor, ao mesmo tempo, é preciso estar em conexão com as novas propostas do mercado midiático contemporâneo…

Todas as atividades, profissionais ou acadêmicas, estão inseridas neste cenário multimidiático, mas nem sempre o contexto em pauta colabora com críticas, na maioria das vezes, o que prevalece é o chamado “eu acho”, pois, a mesma não precisa de fundamentos técnicos, acadêmicos e outros…

Assumir compromisso frente ao outro lado é ter competência para gerar novas alternativas para a comunidade provinciana, ainda mais, quando estamos inseridos num contexto multicultural em meio aos desencontros que o mercado proporciona como um desafio constante para os profissionais da era glocal, isso é, do global para o local..

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(*) Jornalista diplomado.

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