ARTIGO: “NA NOITE, TODOS OS GATOS SÃO PARDOS…”

“… o poder corrompe!”

Sérgio Barbosa (*)

A denominada arte deve ser entendida, segundo alguns críticos, pela ótica do artista em pauta, assim, o que resta neste mundo além-fronteira da imaginação é a crítica pela crítica deste ou daquele profissional indicado para levantar os prós e os contras de uma mesma arte em foco…

Neste contexto artístico o mundo fica completamente sem nexo em meio aos desencontros do cotidiano do ser humano frente ao outro lado, além do mais, quem busca sempre alcança a outra margem do rio de águas turbulentas como cantou o poeta do passado…

As pontes servem aos interesses do poder central, assim, artistas e telas mostram apenas um cenário deste álbum tupiniquim, percebe-se um novo horizonte incolor para o curioso de plantão em terras provincianas.

A arte continua a mesma de sempre, para isto e mais aquilo serve o olhar perdido de um artista sem brilho frente ao desconhecido painel desconectado do presente, porém, com saudades do passado…

A trilha é o caminho sem volta para o conquistador do futuro, quando as armas vencem pela força do dominador em tempo de globalização, portanto, nada impede a batalha sem fim de uma morte anunciada pela mídia provinciana…

Dizem que o tempo se chama hoje, assim, cada qual, do seu jeito, segue a estrela de um governo perdido em suas contradições internas, afinal de contas, quem sempre foi oposição nunca poderá ser situação e vice-versa.

Nas madrugadas de uma noite fria qualquer, os gatos saem em busca das suas presas, pode ser um rato ou um pássaro dorminhoco, neste caso, tudo pode acontecer para os outros gatos, isso é, aqueles de sempre, caçam como gatos e comem como cães de caça sua presa indefesa.

Os anos passam e a rotina é a mesma para aqueles poucos caçadores do passado com propostas inocentes para uma manipulação pela mídia sobre a mídia, desvinculando as alianças do passado e oferecendo a outra face viciada pelas conquistas do poder provinciano…

Os lobos estão escondidos na imensidão da noite, quem sabe, e esperando os gatos na esquina para um acerto escuso em meio às negociatas de sempre, quando as alianças determinam o futuro deste contexto plural para a província…

É preciso estar de prontidão, assim, o encontro pode determinar o futuro de uma província qualquer neste novo tempo, além do mais, elles estão sempre de mãos dadas, formando, como sempre, a mesmice de sempre num círculo vicioso para a mentalidade tupiniquim…

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(*) Jornalista  diplomado e professor universitário.

E-Mail: sebar@uol.com.br

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