ARTIGO: “CAMALEÃO” DO MERCADO EM BUSCA DO PODER NA PROVÍNCIA…

“Sentado no gabinete secreto da minha casa, sozinho no trono de bronze reluzente, um raio de luz na escuridão, traz a magia na qual se tem que acreditar.” (Nostradamus)

Sérgio Barbosa (*)

As paisagens de um mesmo tempo mudam de acordo com as cores de um parasita qualquer, por isso e mais aquilo é que o mundo anda de pernas para o ar…

O mundo animal é habitado pelas mais diversas espécies, o que torna o mesmo um mundo fascinante para os pesquisadores desta área científica em meio aos diferentes ciclos da vida no planeta terra…

Porém, o mundo animal, neste caso, o racional, também, existe muitas espécies, entre os quais, o camaleão humano, aquele que muda conforme os interesses em foco ou até mesmo, em meio aos interesses pelo poder, ainda, ocupar um lugar indevido e de acordo com o comando das vozes provincianas em terras tupiniquins…

Afinal, tem gosto para tudo, até mesmo para ficar na garupa de um cavalo qualquer esperando um dia segurar as rédeas do poder, afinal, dizem que “mundo é dos espertos”…

Os anos passaram rapidamente para ambos os lados do poder em questão, agora chegou a nossa vez disse o profeta do caos institucional, ainda, querer nem sempre é poder ou vice-versa, basta um olhar sobre fatos históricos para um entendimento a mais neste contexto tupiniquim…

As lembranças trazem a memória muitas desencontros, ora estou deste lado, em outro momento, do outro e quem sabe, dos três lados para deixar claro que sou um animal racional, porém, com cara e pele de camaleão…

O “canto da sereia” cada vez mais atuante aqui e ali, também, controla o poder pelo poder em meio aos valores financeiros e materiais deste jogo provinciano nos desencontros do público com o privado…

O mundo gira e nós com o mesmo para um encontro a mais neste cenário das falsas promessas para um dos lados do poder, portanto, é preciso estar atento aos bastidores ou quem sabe, banheiros públicos ou saunas privadas para uma reflexão temporal deste novo tempo novo do mundo irreal dos falastrões e canastrões da mercadoria…

O emissor anda transmitindo suas mensagens por meio de código, utilizando um mecanismo dialético para confundir os dois lados, deixando o receptor à deriva, pouco importando com os destinos da instituição, também, o poder é o centro deste universo tupiniquim no “País do faz de conta”…

A comunidade provinciana em o dever de se manifestar neste caso, fortalecendo o debate em cima de um projeto regional, portanto, a pressão deve vir dos interessados em manter o avanço conforme as necessidades do contexto plural em tempo de crise econômica em nível nacional….

Caso contrário, pode se repetir a mesma história de sempre com isto e mais aquilo, ou seja, nascem, crescem e morrem sem mais e sem menos, ficando apenas as placas comemorativas carcomidas pelo tempo da mediocridade irracional do ser humano travestido de camaleão…

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(*) Jornalista  diplomado.

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