Central de Tratamento e Destinação de Resíduos Sólidos de Adamantina está em fase final para entrar em operação

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A Central de Tratamento e Destinação de Resíduos Sólidos (CTDR), conhecido antigamente por aterro sanitário, está sendo construída no Bairro Aidelândia, na zona rural de Adamantina, em uma área equivalente a 53 alqueires, com vida útil de aproximadamente 50 anos.

Sob responsabilidade da empresa Nova Alta Paulista Ambiental, o empreendimento continua sendo adequado, conforme prevê a legislação ambiental, com previsão para início de operação a partir da segunda quinzena do próximo mês de setembro, quando passará a receber os primeiros resíduos, dependendo ainda da Licença de Operação (LO) que deverá ser emitida pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental).

No entanto, o início da operação não significa que a CTDR estará 100% concluída, pois o trabalho é desenvolvido em etapas e continuarão sendo realizados, permitindo o recebimento de vários tipos de resíduos no futuro, onde cada etapa também depende de rigorosa autorização da Cetesb.

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Os profissionais da empresa Nova Alta Paulista Ambiental, Eresvaldo Vicente Pereira e José Claudio Padiar, explicaram que a área em que está construída a CTDR foi adquirida na administração do ex-prefeito Ivo Santos e seu sucessor, o atual prefeito Márcio Cardim, tem dado todo o suporte necessário na continuidade dos trabalhos que conta também com o apoio dos vereadores.

Os profissionais ressaltam ainda que a CTDR tem sido construída com o que há de mais moderno neste tipo de empreendimento. Com o início da colocação dos resíduos (lixos), serão compactados e a cada 5 metros de resíduos, realizará a drenagem para evitar mau cheiro e a presença de aves.

Esse processo de decomposição do lixo gera o chorume, uma substância resultante do processo de apodrecimento de materiais orgânicas, que será captado através de sistema de bombeamento e levado para tratamento.

Além do chorume, a decomposição do lixo gera vários gases que também serão coletados e utilizados para geração de energia.

Assim que entrar em operarão, a CTDR deve gerar mais de 100 empregos e renda para Adamantina, além de solucionar um problema enfrentado pelos municípios da região que não possuem suporte financeiro necessários para construir um empreendimento deste porte em suas cidades. Além de Adamantina, a CTDR poderá atender vários outros municípios da região, entre eles, Panorama, Santa Mercedes, Paulicélia, Tupi Paulista, Dracena, Junqueirópolis, Irapuru, Pacaembu, Flórida Paulista, Flora Rica, Mariápolis, Lucélia, Inúbia Paulista, Pracinha, Osvaldo Cruz, Sagres, Salmourão, Parapuã, Rinópolis, Iacri, Bastos, Tupã, Herculândia, Quintana, Valparaíso, Mirandópolis, Lavínia, Bento de Abreu, Rubiácea, Nova Independência, São João do Pau D’Alho, Monte Castelo, Nova Guataporanga, Ouro Verde, Andradina, Castilho, Guaraçaí, Bilac, Guararapes, Murutinga do Sul, Arco-Íris, Clementina, Gabriel Monteiro, Luiziânia, Piacatu, Queiroz, Santópolis do Aguapeí, Presidente Prudente e até Marília. Para atender todas essas cidades, a estimativa é que a CTDR receba 634,5 toneladas de resíduos por dia.

 

(Com informações do Diário do Oeste)

 

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