ARTIGO: OUTDOOR, PROVÍNCIA E MARKETING INSTITUCIONAL…

“Marketing de guerrilha é uma estratégia utilizada por empresas que desejam promover produtos e serviços de forma pouco convencional. É uma tática alternativa, feita para criar uma experiência memorável no consumidor. Para uma campanha de marketing de guerrilha ser bem-sucedida.

Para uma campanha de marketing de guerrilha ser bem-sucedida, não é necessário gastar grandes quantias em dinheiro. Mais importante é ter criatividade e energia. É por isso que ações desse tipo são feitas muitas vezes em lugares públicos, de grande circulação de pessoas, como shopping centers, parques e praias.” ( Mônica Custódio)

Sérgio Barbosa (*)

Faz alguns dias que ocorreu mais um daqueles desencontros sem mais e sem menos em terras provincianas, desta vez, envolvendo um OUTDOOR com PROPAGANDA de uma instituição concorrente das PAREDES ALVAS…

Entendo que toda e qualquer “concorrência” no mercado, ainda, em qualquer área e tudo mais em meio ao tudo de menos, deve ser considerada válida de acordo com os objetivos traçados pela Organização em busca disto ou daquilo…

Não tem como “fazer de conta” que estão tudo de acordo com o pré-estabelecido pelos denominados “donos do poder” nos quatro cantos deste PAÍS DO FAZ DE CONTA…

A decisão (sic) de retirar a tal PROPAGANDA do OUTDOOR sem maiores considerações sobre o fato por meio de uma análise mercadológica deste lado contra o outro lado, proporcionam outras alternativas para a concorrência e ponto quase final…

Hoje, como diz o dito popular, “o mar não está pra peixe”, assim, quem não tem competência que não se estabeleça neste mercado, por isso e mais aquilo existe diversas ações mercadológicas visando proporcionar um contra-ataque sem mais e sem menos…

O denominado MARKETING DE GUERRILHA que existe faz anos no mercado, propaga por meio das ações que visam o confronto com “técnicas de Marketing”, portanto, não tem como “retirar tal Propaganda” daquele local e ficar por isso mesmo…

Também, posso registrar que do “outro lado” o poder de fogo e considerável em todas as áreas de atuação mercadológica, isso sem considerar a denominada “contra propaganda” que existe deste lado com denúncias disto e daquilo…

Outra coisa desta mesma coisa, este mercado educacional está cada vez mais restrito em nível “glocal”, ou seja, do global para o local, haja vista a presença das grandes corporações que atuam nesta área…

Não faz sentido pregar neste contexto e muito menos defender o “provincianismo” em nome desta ou daquela bandeira, todavia, como escrevi acima, faz-se necessário propor alternativas focadas no MARKETING INSTITUCIONAL, entretanto, criando alternativas visando a competividade de acordo com as normas ou regras deste mercado…

Para isso existem neste mercado as denominadas AGÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO e outras que atuam de acordo com as exigências do CLIENTE, possibilitando a utilização do MARKETING INSTITUCIONAL por meio de uma proposta ORGANIZACIONAL em tempo de pós-globalização midiática…

A disputa neste mercado educacional deve estar de acordo com as possibilidades existentes, bem como, criando condições para uma disputa saudável entre todas as ORGANIZAÇÕES envolvidas neste contexto “regiocal”, a saber: do regional para o local…

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(*) Jornalista diplomado.

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